segunda-feira, 14 de julho de 2014

Viajantes elegem Tóquio uma das melhores cidades turísticas 


Moscou, na Rússia, país sede da próxima Copa do Mundo, é uma das piores na pesquisa; Rio de Janeiro está na lista 

Natália Natarelli, de EXAME.com

Bloomberg
Rua de Tóquio, Japão
Tóquio venceu em 5 categorias, incluindo "melhor experiência geral" anterior


São Paulo – Viajar é sempre uma surpresa. E, como em cada cidade o turista encontra uma recepção e infraestrutura diferentes, a TripAdvisor divulgou em junho uma pesquisa que mostra, de acordo com os próprios visitantes, as cidades que proporcionam as melhores e piores experiências.

Tóquio é a preferida dos turistas. Venceu em 5 das 16 categorias - moradores hospitaleiros, serviços de táxi, limpeza das ruas, transporte públicos e melhor experiência geral. E ficou em segundo e lugar nos quesitos “taxistas”, “confortável para viajar sozinho” e em terceiro em “restaurantes” e “vida noturna”.
Moscou – sede da próxima edição da Copa do Mundo em 2018 – ficou com a última colocação em várias categorias: “moradores hospitaleiros”, “taxistas”, “serviços de táxi”, “relação custo-benefício” e “hotéis”.
O Rio de Janeiro foi a única cidade brasileira a integrar o ranking na 29ª posição e aparece em 10º no quesito “vida noturna” e em 15º na categoria “atrações”. A avalição da cidade foi ruim, entretanto, em “hotéis” e “relação custo-benefício”, nas quais só perde para Moscou, e em “compras”, atrás de novo da cidade russa e de Punta Cana, na República Dominicana.
A pesquisa Cities Survey avaliou 37 cidades com base nas respostas de 54 mil pessoas que recentemente escreveram uma avaliação no site da TripAdvisor. Para fazer parte dessa lista, as cidades tiveram um mínimo de 300 respostas completas, sendo o ranking baseado na pontuação média de cada questão.
A seleção das cidades apresentadas foi baseada nos principais destinos dos países que recebem o maior número de visitantes internacionais (dados compilados pela UNWTO 2012).
Confira agora as cidades que encabeçam o topo das preferências dos visitantes e as que figuram nas piores posições.




http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/viajantes-elegem-toquio-uma-das-melhores-cidades-turisticas

segunda-feira, 7 de julho de 2014

'Pacote paparazzi' de hotel em Nova York transforma hóspede em 'astro'.

Suíte temática, sessão de fotos e tratamento de beleza estão incluídos.
Fotógrafo de celebridades deu consultoria para criar pacote em Nova York.





 
Do G1, em São Paulo
 
Quarto da suíte de 1.000 metros quadrados é decorado com fotos de celebridades (Foto: Row NYC/Divulgação)
Quarto da suíte de 1.000 metros quadrados é decorado com fotos de celebridades (Foto: Row NYC/Divulgação)

Os famosos podem até reclamar do assédio dos paparazzi, mas hóspedes de um hotel em Nova York estão pagando – e caro – para se sentirem perseguidos por esses fotógrafos de celebridades.

Fotógrafos (Foto: Frankie Roberto/Creative Commons)
Fotógrafos que vão atrás de celebridades são
inspiração para pacote
(Foto: Frankie Roberto/Creative Commons)

Situado na famosa Times Square, o hotel Row NYC pediu consultoria ao experiente fotógrafo Ron Galella, conhecido como o “pai” dos paparazzi, para criar o "The Paparazzi Project”.
Os hóspedes que optam pelo pacote ficam em uma suíte de 1.000 metros quadrados com decoração inspirada na Hollywood dos anos 1970. As paredes do quarto são repletas de fotos tiradas por Galella – que já clicou astros como Mick Jagger, John Lennon e Jackie O.
O “hóspede-astro” ganha tratamento de beleza e sessão de maquiagem com a equipe de um salão frequentado por estrelas em Los Angeles. Ele também é clicado passeando pela Times Square ou dentro do hotel, em uma sessão de fotos de duas horas.
O preço da “fama” é alto: a diária desse pacote custa no mínimo US$ 2.520 (cerca de R$ 5.600) para a primeira noite e US$ 1.200 (cerca de R$ 2.700) para cada noite adicional.

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2014/06/pacote-paparazzi-de-hotel-em-nova-york-transforma-hospede-em-astro.html
http://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,intercambio-tudo-dominado,1517515

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Bela e com personalidade, Lisboa é centro cultural.
Luna Kalil/UOL
Vista do topo do hotel Bairro Alto, que tem um bar e é ótima opção para passar o fim de tarde
É comum os brasileiros que viajam à Europa preterirem Lisboa por cidades mais famosas. Grande engano. Poucos lugares no mundo têm tanta beleza e personalidade como a capital lusitana: construída no decorrer dos últimos três mil anos, às margens do estuário do rio Tejo, Lisboa não é apenas o celeiro das grandes navegações, mas um centro de cultura, história e muito entretenimento.
Dizem algumas versões da história que a cidade foi fundada pelos fenícios no século 12 a.C. e batizada Allis Ubbo, ou "Porto Encantador", em referência ao porto natural que o Tejo oferecia às embarcações. Sua localização, para a época, era altamente estratégica: todo o movimento náutico entre o norte da Europa, o Mar Mediterrâneo e o interior da Península Ibérica passava por suas proximidades, o que acabou por torná-la um importante entreposto comercial.
A cidade foi destruída por um terremoto em 1755 e reconstruída sob a liderança de Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal. Hoje, parte das paisagens lisboetas são testemunho fiel do rico passado local e detêm grande charme de antiguidade. Bairros como Alfama, Chiado, Baixa Pombalina e Bairro Alto são cercados por edifícios históricos, bondes antigos, praças centenárias e restaurantes tradicionais. Suas vielas, calçadões e mirantes são um convite para caminhadas longas e contemplativas, que podem passar tanto por monumentos dedicados a antigos reis como por estátuas de Fernando Pessoa.
E o cenário tem trilha sonora. O fado, música de timbre melancólico e grande poesia que surgiu no século 19, emana de suas tavernas todas as noites, enquanto o vinho verde é servido de mesa em mesa. A boa culinária, por sua vez, faz parte da vida diária e pode ser saboreada a qualquer hora, seja numa velha padaria, na fábrica de pastéis de Belém ou num luxuoso bistrô. E o apetite por cultura é saciado a cada incursão a museu ou igreja antiga.
Engana-se quem pensa que a capital portuguesa é feita apenas de tradições. Lisboa também se destaca como um dos principais polos de arquitetura de vanguarda e arte moderna da Europa. Aqui, é possível passar dias apenas visitando edifícios e centros culturais que se encontram, de corpo e alma, no século 21. E atravessar noites em bares e discotecas que funcionam, a pleno vapor, até o sol nascer.
E não se deve esquecer de um detalhe: Lisboa não perdeu sua posição estratégica. A cidade está situada no extremo ocidental da Europa, o que faz dela um ponto de partida perfeito para viajantes que almejam desbravar o continente. Começar uma jornada pela terra dos grandes navegadores pode ser, sem dúvida, um sinal de belas aventuras.

http://viagem.uol.com.br/guia/portugal/lisboa/index.htm

terça-feira, 1 de julho de 2014

Belezas naturais fazem do Atacama, extensa área desértica no Chile, um oásis impressionante.

Eduardo Vessoni/UOL
O pôr-do-sol na lagoa Tebenquiche é uma das atrações imperdíveis do Atacama Eduardo Vessoni/UOL

O norte do Chile é realmente um lugar de extremos. É a região mais árida do planeta, com o deserto de maior altitude localizado a 2.440 metros, onde as águas das chuvas não passam de 35 milímetros por ano e o solo impermeável lhe garante um aspecto comparado ao de Marte.
A extensa área desértica entre as águas frias do Pacífico e as monumentais cordilheiras dos Andes é o local onde o viajante que busca experiências singulares encontra refúgio sem ter que abrir mão de serviços básicos. Esse esconderijo se chama São Pedro de Atacama, pequeno povoado que serve como base para a exploração da região.
Esta cidade, que ainda guarda costumes dos povos pré-incaicos que deixaram marcas profundas em seu território, era apenas uma localidade escondida do norte do país que mal recebia visitantes estrangeiros. Hoje é um produto chileno consolidado no mercado turístico internacional ao lado de Torres del Paine e Ilha de Páscoa.

Mesmo com tanta fama, a cidade ainda preserva seu ritmo particular, que permite ao visitante um passeio, a passos lentos, por suas ruas estreitas de terra e casas de adobe com telhados de palha. O clima pacato só é quebrado por alguma festa típica do povoado, como o desfile de Santa Rosa em agosto, ou pelas músicas folclóricas tocadas nas peñas da Caracoles, a principal via de circulação.
O Atacama, que na língua cunza significa "cabeceira do país", é marcado historicamente por disputas e dominações anteriores à chegada dos espanhóis. No ano 400 d.C., a sociedade tiwanaku, proveniente do território onde hoje se encontra a Bolívia, impõe-se hierarquicamente sobre o povo atacamenho. O período seguinte (entre os anos 900 e 1450) foi marcado pelo rompimento com aquela civilização e pelos novos conflitos sociais internos. Foi nesse contexto que os incas dominaram a região do Atacama até que fossem dizimados com a chegada dos europeus, em 1535.
Há três formas de se conhecer a região: a tradicional, em que as agências oferecem o mais básico do Atacama como os Vales da Lua e da Morte, além dos gêiseres de El Tatio; o roteiro alternativo, em que as margens do deserto ganham novas dimensões em rotas pouco divulgadas com visitas a petroglifos, povoados de um só habitante e cânions em vales multicoloridos; e a terceira opção, que alia um pouco de cada um dos dois roteiros anteriores.
Seja qual for a escolha, uma imagem será inevitável: o Licancabur, imponente vulcão cônico de 5.916 metros de altura que separa o Chile e a Bolívia. Quanto mais longe se vai, mais se vê esse vulcão onipresente entre os recortes das rochas gigantes que cercam a região.
A montanha é local sagrado desde épocas anteriores à chegada dos colonizadores, quando ali se realizavam sacrifícios com animais. A prática foi proibida pelos espanhóis, mas o vulcão continua atraindo aventureiros até a lagoa que se localiza no seu cume, além de devotos que uma vez ao ano levam oferendas à Pacha Mama pelo que se conquistou naquele período.
É certo que a escalada de oito horas se dá pela Bolívia devido ao terreno ainda minado da época em que o Chile e a Argentina disputavam terras, mas para o Licancabur não existe fronteiras nem guerras. Por isso, ele segue soberano guardando a região. E ainda dizem que o oásis é pura ilusão. Não no deserto do Atacama.

http://viagem.uol.com.br/guia/chile/atacama/index.htm

segunda-feira, 30 de junho de 2014

23 lugares para conhecer antes de eles morrerem.

Destinos e patrimônios que, pelo aquecimento global e outras ameaças, podem desaparecer mais rápido do que você imagina.

Por Julia Gouveia (edição)

Maldivas - 10 lugares ameaçados
1. Ilhas Maldivas

Destino de sonho, o arquipélago com mais de mil ilhas tem praias de areia branquinha e mar azul. Um Caribe no Oceano Índico. Problema: 80% das Maldivas estão apenas 1 metro acima do nível do mar. O país está afundando e pode desaparecer em 100 anos. O presidente Mohamed Nasheed criou uma espécie de poupança nacional para financiar o êxodo da própria população.
 
2. Recife
A capital pernambucana é um dos principais destinos turísticos do país – recebe cerca de 3 milhões de visitantes por ano. Mas a cidade conquistou o 18º lugar em um ranking preocupante: a lista dos 100 lugares que podem desaparecer da ONG Co+Life. Recife e seu entorno sofrem com o próprio tamanho – é a sexta região metropolitana mais populosa do Brasil, com quase 4 milhões de habitantes – e com sua condição geográfica: junto ao Atlântico e na foz dos rios Capibaribe e Beberibe.
 
3. Templo Phajoding
Encravado em uma montanha do Butão a 3 650 metros de altura, o templo sempre foi refúgio de monges. Com o crescimento no número de turistas (cerca de 20% ao ano) no país, as estruturas do templo estão ficando comprometidas – e a paz dos monges também.
 
4. Floresta Amazônica
O desmatamento é um dos inimigos dessa que é a maior floresta tropical do mundo. Nos últimos 30 anos cerca de 966 mil quilômetros quadrados de área verde sumiram. Embora controversa, a previsão de que trechos da Amazônia poderão se tornar savanas é chocante.
 
5. Monte al-Makmal
Próximo ao Monte al-Makmal, no norte do Líbano, encontra-se a última reserva de floresta de cedro, a árvore-símbolo do país. Entre os 375 exemplares, pelo menos 12 têm mais de mil anos. Além do tempo, os cedros passaram a ter mais um inimigo: a aridez da região.
 
6. Tuvalu
Com nove ilhas, a nação de Tuvalu fica isolada em pleno Pacífico. O pequeno arquipélago sofre com o mesmo problema das Ilhas Maldivas: a maior parte do território do país fica apenas 1 metro acima do nível do mar. Com isso, as águas estão engolindo Tuvalu pouco a pouco.
 
7. Naukluft
Park No Deserto da Namíbia ficam as maiores dunas migratórias do mundo – os paredões de areia chegam a 300 metros de altura. Mas as alterações climáticas devem aumentar as correntes de ar vindas do mar, o que pode acelerar o deslocamento das dunas, ameaçando a vegetação e a fauna da região.
 
8. Plataforma de Gelo Ross
Na Península Antártica, a Ross é a maior plataforma de gelo do mundo – tem quase o mesmo tamanho da França. O medo dos cientistas é de que o paredão branco derreta num futuro não tão distante, o que aumentaria o nível dos oceanos em 5 metros.
 
9. Kilimanjaro
Trata-se de um dos ícones da degradação ambiental. Além de ser o pico mais alto da África (com quase 6 mil metros), o Kilimanjaro, que fica na Tanzânia, tornou-se famoso por sua neve eterna. Bem, é melhor mudar a expressão. Acredita-se que em dez anos o topo da montanha já não tenha mais gelo algum.
 
10. Virunga National Park
A floresta do Congo, onde vivem cerca de 200 gorilas-das-montanhas, espécie em risco de extinção, virou esconderijo dos refugiados da guerra de Ruanda em 1994. Desmatamento e caça ilegal são apenas alguns dos problemas do parque.
 
11. Tóquio
Uma das capitais do mundo, Tóquio sofre com as ilhas de calor. A situação só tende a piorar com o aquecimento global: nos últimos 100 anos, os termômetros na capital japonesa aumentaram cinco vezes mais rápido que a média mundial.
 
12. Galápagos
Foi nessa ilha do Equador que, há 150 anos, o cientista Charles Darwin criou a Teoria da Evolução. Porém, o turismo em massa e o crescimento da população local põem em risco cerca de 5 mil espécies animais.
 
13. Veneza
A cidade italiana transborda beleza e, muitas vezes, algo mais fétido. De qualquer forma, Veneza está afundando – em 100 anos 20 centímetros foram para debaixo d’água. O aumento no nível do mar tem agravado a situação e acelerado o desgaste dos edifícios, mas as estruturas que sustentam a cidade também estão danificadas. As inundações, por consequência, tornaram-se mais frequentes. Um ambicioso projeto de comportas para conter a água do mar está previsto para 2014.
 
14. Santuário Manas
Aos pés do Himalaia, na Índia, o santuário é a casa de diversas espécies animais – muitas delas em extinção, como o elefante indiano. Mas, desde 1992, quando militantes da tribo Bodo invadiram a área, o Manas entrou na lista dos patrimônios em risco da Unesco.
 
15. Sagrada Família
A igreja jamais concluída projetada por Antoni Gaudí, em Barcelona, está em risco desde que foi aprovado o projeto para a construção de um túnel por onde irá passar um trem de alta velocidade – bem embaixo de sua fachada principal. Se levado adiante, há chance de comprometer a já frágil estrutura do templo, iniciado em 1882.
 
16. Machu Picchu
No topo de um vale, Machu Picchu fica em um lugar delicado. Este sítio arqueológico, Patrimônio Histórico da Humanidade desde 1983, tem sofrido vários problemas, como deterioração das ruínas e deslizamentos de terra. Com o grande fluxo de turistas, torna-se real a possibilidade de que a cidade desmorone montanha abaixo. Desde 2004, há um limite de 2 500 visitantes por dia.
 
17. Cidade Antiga de Jerusalém
Os conflitos entre palestinos e israelenses ameaçam o local sagrado para judeus, muçulmanos e cristãos, as três maiores religiões monoteístas do mundo. A cidade possui um rico patrimônio histórico, como o Domo da Rocha, do século 7, que sofre com a falta de conservação.
 
18. Big Sur
Na costa da Califórnia, o trecho à beira-mar da Big Sur, entre San Francisco e Los Angeles, é considerado uma das estradas mais bonitas do país. No entanto, a região tem sido alvo de fortes ondas de calor e de seca. Essa mudança tem elevado o número de queimadas, o que acaba destruindo o ecossistema local.
 
19. Grande Barreira de Corais
De tão grande a Barreira de Corais é visível até do espaço – são quase 2 mil quilômetros de recifes, ilhas e atóis, que formam um colorido santuário da vida marinha no mar australiano. Trata-se do maior organismo vivo do planeta. Frágeis, os corais são muito sensíveis à elevação na temperatura dos oceanos e à poluição das águas. O estrago é perceptível a olho nu: o paraíso colorido sofre um processo de branqueamento.
 
20. Caminho de Santiago de Compostela
A rota de peregrinação mais famosa da Europa, trilhada desde o século 12, tem ganhado concorrentes de peso: as rodovias pavimentadas. Em diversos pontos de seus 800 quilômetros, o caminho histórico tem sofrido alterações e desvios por causa das construções.
 
21. Alpes Kitzbühel
Os glaciares dos Alpes têm diminuído em ritmo acelerado: só dos anos 1980 para cá eles perderam cerca de 20% de seu tamanho. No lado austríaco, uma das saídas foi colocar um tipo de manto térmico sobre o gelo para evitar o derretimento durante o verão. A experiência tem dado certo.
 
22. Delta do Okavango
Antes de desaparecer no Deserto do Kalahari, em Botsuana, o Rio Okavango dispersa-se em uma infinidade de riachos, formando assim o maior delta de interior do mundo. Mas se supõe que as estiagens serão cada vez mais frequentes com o aquecimento global.
 
23. Península Valdés
No inverno, as baleias-franca-austrais se refugiam nas águas mais quentes da península argentina. O problema é que o krill, principal alimento delas, está desaparecendo devido ao aumento da temperatura do mar. Especialistas já constataram uma queda no número de nascimentos de baleias.
 
Mas há quem não ache que seja bem assim...
Alguns especialistas chamados de céticos do aquecimento global afirmam que boa parte das previsões catastróficas seja puro alarmismo. Um dos mais respeitados pesquisadores da área do clima, o dinamarquês Bjorn Lomborg afirmou, em recente entrevista à revista VEJA, que “existe uma tendência de se considerar sempre o pior cenário”. Para ele, é possível que o nível dos mares suba em torno de 60 centímetros – e não vários metros como defende muita gente. O climatologista americano Patrick Michaels vai na mesma batida. “Se não dá para confiar na previsão do tempo de um dia, imagine aquelas a longo prazo”, disse o especialista a VEJA.
http://viajeaqui.abril.com.br/materias/23-lugares-para-conhecer-antes-de-eles-morrerem-vt

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Como gastar menos em viagens de negócios.

Além de pesquisar e comparar preços, é preciso planejar-se e buscar as vantagens de cada local

Priscila Zuini, de EXAME.com

Sean Gallup/Getty Images
Homem puxando mala no saguão de aeroporto
São Paulo – Bagagem, documentos, passagens. Seja para visitar um cliente ou participar de um evento importante, as viagens de negócios em pequenas empresas não podem pesar demais no bolso, mas são importantes para manter o empreendedor atualiza

Segundo Marcos Costa, diretor da CTS - Travel Solutions, é possível fazer viagens mais baratas, inclusive para o exterior. “A palavra chave é planejamento”, diz Costa. Veja as dicas do especialista para aproveitar ainda mais as viagens corporativas. 


1. Compre com antecedência
É fato que quanto antes uma viagem é planejada mais barata ela pode ficar. “Para não ser mais caro, precisa conseguir antecedência para compra. Para eventos, eu penso que ninguém vai participar com menos de 10 dias. O que acontece é que as empresas confirmam, mas compram em cima da hora. Uma antecedência boa é de 10 dias, pelo menos”, explica Costa.

2. Compare
Com a viagem em vista, faça vários orçamentos e compare os preços antes de fechar. Costa sugere pelo menos três cotações diferentes para comparar. Faça pesquisas em sites e agências de viagens. “Nessa pesquisa tem que avaliar vários canais. Para cada item tem que ter comparação e analisar se tem algum custo embutido. Muitas vezes, quando finaliza a venda tem custo embutido que não percebe quando está vendo só a tarifa”, ensina.

3. Verifique a devolução de taxas
Muitos países têm programas de devolução de impostos pagos por quem está de passagem no local. “Em uma viagem internacional, veja se tem devolução do imposto pago em despesas locais”, diz.

Na maioria das vezes, é preciso guardar as notas fiscais. “Para todas as despesas têm que solicitar nota fiscal nominal à empresa, seja taxi, restaurante ou gastos básicos de viagem. A devolução pode chegar a 25%”, explica. Procure o site de turismo ou do aeroporto da cidade para onde vai viajar para se informar.

4. Cheque as comodidades
Uma forma de economizar é no transporte entre hotel e aeroporto. Em alguns locais, os taxis cobram uma taxa fixa para levar passageiros até a área central. Em outros, o preço pode ser uma surpresa desagradável.
“Se você não conhece o destino, é recomendado sair com transfer combinado ou usar do próprio hotel. Verifique com o hotel se já não tem esse serviço antes de pagar outra empresa”, afirma.

5. Conheça as regras
O perigo de comprar uma viagem com antecedência é as condições mudarem até o dia de embarcar. Para evitar dores de cabeça e gastos extras, a dica é conhecer bem as regras para cancelamento de reservas de passagens e hotéis. “Verifique as regras, os prazos de cancelamento e as taxas de reembolso”, diz.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-gastar-menos-em-viagens-de-negocios?page=1

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Espanha recebe recorde de 21,4 milhões de turistas até maio.

Número representa um aumento de 5,7% com relação a maio de 2013

David Ramos/Getty Images
Sagrada Família, em Barcelona, na Espanha
Sagrada Família, em Barcelona, na Espanha
Madri - A Espanha recebeu 21,4 milhões de turistas estrangeiros entre janeiro e maio, número recorde que representa um aumento de 8,2% com relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a pesquisa mensal do Movimentos Turísticos em Fronteiras (Frontur).

Os números foram divulgadas nesta segunda-feira pelo Ministério de Indústria, Energia e Turismo e agregam que só em maio visitaram o país 6,8 milhões de turistas internacionais, o que representa um aumento de 5,7% com relação a maio de 2013.
Ao aumento registrado nos cinco primeiros meses do ano contribuíram os principais países emissores, liderados pelo Reino Unido, com cerca de 4,9 milhões de turistas e um aumento anual de 6,9%.

A região das Ilhas Canárias (Atlântico) foi a que registrou um maior aumento de visitantes, com uma subida de 13,1% e mais de 4,8 milhões de turistas; seguida da Andaluzia, sul da Espanha, com uma alta de 10,1% e 2,8 milhões de chegadas internacionais.

http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/espanha-recebe-numero-recorde-de-21-4-milhoes-de-turistas-ate-maio