quinta-feira, 16 de março de 2017

Paisagem de serra 'seduz' turistas na fronteira de Rondônia com a Bolívia.

Serra dos Parecis tem atraído cada vez mais turistas em Guajará.
Famílias inteiras e casais aproveitam para tirar fotos e ver as paisagens.


Júnior FreitasDo G1 RO


 Turista aprecisa vista da Serra dos Parecis em Guajará-Mirim (Foto: Júnior Freitas/G1)
Turista aprecisa vista da Serra dos Parecis em Guajará-Mirim (Foto: Júnior Freitas/G1)

A beleza peculiar da Serra dos Pacaás Novos em Guajará-Mirim (RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho, tem se tornado diariamente a principal atração e opção de lazer para turistas na fronteira com a Bolívia, principalmente nos finais de semana. Para os visitantes, o local pode ser considerado um dos melhores pontos turístico da região da Pérola do Mamoré.
Conhecida popularmente como "Serra dos Parecis", o local é considerado ideal pelos turistas para tirar fotografias, fazer filmagens, acampamentos e realizar passeios, o que tem atraído casais e famílias inteiras vindas de várias cidades de Rondônia e de outros estados, como também de diversos países. 
Situada na zona rural e à margem da BR Engenheiro Isaac Bennesby, a 6 quilômetros de Guajará-Mirim, a serra oferece aos visitantes paisagens naturais, trilhas e cachoeiras, além de uma bela visão aérea que abrange vários quilômetros no perímetro. De cima, a visão deixa minúsculos os veículos que transitam na rodovia, o que acaba surpreendendo e encantando os turistas.

Serra virou local até para pedidos de casamentos entre turistas (Foto: Júnior Freitas/G1) 
Serra virou local até para pedidos de casamentos entre turistas (Foto: Júnior Freitas/G1)

Atração de turistas
Um dos turistas que ficou extasiado com as paisagens da serra foi o gerente de supermercado Erildo do Carmo, de 41 anos, que é natural de Jaru (RO) e foi morar em Guajará-Mirim há três anos por causa de uma proposta de trabalho. Ele falou que ainda não conhecia o ponto turístico, mas de tanto ouvir falar acabou resolvendo ir com a família; a visita foi acompanhada pela esposa, filha e dois sobrinhos.

"Aqui é muito lindo. É um lugar que traz paz e conforto. Ouvia muita gente comentar e decidi vir com minha família. Com certeza é um dos locais mais belos que já conheci. Perfeito para fazer fotos e filmagens, o sentimento é o melhor possível. Apesar da beleza, a gente percebe que não existe ninguém cuidando daqui e não existe um plano de atendimento para os turistas, acho que seria importante se o município tivesse um serviço nesse sentido", declarou Erildo.
Já o assessor parlamentar José Oliveira, de 67 anos, que mora em Porto velho, diz que não vem ao município regularmente, e que subiu a serra pela primeira vez para passear e tirar fotos com a esposa e os filhos. Para a família, a sensação foi de paz interior e tranquilidade.

Casal aprecia vista em serra de Guajará-Mirim (Foto: Júnior Freitas/G1) 
Casal aprecia vista em serra de Guajará-Mirim (Foto: Júnior Freitas/G1)

"Nunca conheci nenhum lugar em Rondônia como esse aqui. Acredito que o local está abandonado pelo poder público, se houvesse um programa de ecoturismo, acredito que ia atrair turistas do mundo todo, além de gerar renda na economia da região e empregos. Se tivesse um restaurante com comidas típicas ou uma pousada, todo mundo ia querer conhecer, tirar o stress e curtir bons momentos com a família", ressalta.
Ao G1, o chileno Albadir Vargas, contou que está viajando por vários países da América do Sul para conhecer um pouco dos pontos turísticos e da cultura de cada país. Segundo ele, no Brasil já passou por várias cidades e chegou até Guajará-Mirim, onde aproveitou a chance de conhecer também a famosa serra.
"O mundo tem muita coisa para se ver e no Brasil não é diferente. É um pais maravilhoso, de belezas naturais. Quando olho para tudo isso sinto liberdade, prazer em estar vivo. Não tem preço, é uma grande experiência que vou levar para o resto da vida", comento o turista.


Turistas durante passeio pela Serra dos Parecis (Foto: Júnior Freitas/G1) 
Turistas durante passeio pela Serra dos Parecis (Foto: Júnior Freitas/G1)

Proteção
O órgão responsável por cuidar e preservar a Serra dos Parecis é a Secretária Municipal de Meio Ambiente (Semma). Procurada pelo G1, a secretária municipal de meio ambiente, Caroline Mitsutake, falou sobre o fluxo de turistas e do planejamento e políticas públicas voltadas ao ecoturismo e atendimento ao turista no local.

"Vamos trabalhar na revitalização da nossa Serra e reativar o serviço de atendimento ao turista como funcionava antigamente, quando existia um restaurante, pista de pouso e outras atrações. Nosso futuro projeto inclui a instalação de um observatório, uma vez que o local tem grande potencial turístico para se tornar visitado por viajantes do mundo inteiro", diz a servidora.
Segundo Caroline, mais de 90% do território de Guajará-Mirim é composto por reservas legais protegidas por lei e, por isso, é extremamente importante desenvolver projetos voltados ao ecoturismo e desenvolvimento sustentável no município, mas ainda não há prazos para essas ações serem colocadas em prática.

Vista de Serra dos Parecis é motivo de encanto entre turistas (Foto: Júnior Freitas/G1) 
Vista de Serra dos Parecis é motivo de encanto entre turistas (Foto: Júnior Freitas/G1)

"Não temos datas para colocar as ideias em prática, mas o planejamento existe. Estamos regulamentando a documentação legal necessária para que possamos dar início a revitalização turística no local. A Serra é um dos pontos mais lindos do estado, mas por não termos nenhum base lá ou servidores que possam cuidar do local, infelizmente algumas pessoas praticam vandalismo e depredação. A revitalização visa apreciação da comunidade daqui e também de outros estados e países", finaliza.

Como chegar na serra
O trecho de acesso ao local pode ser feito pela BR Bennesby, através de uma estrada lateral de aproximadamente 1 quilômetro que leva ao pico da serra. Além dessa rota principal, existe ainda uma alternativa que pode ser feita pelas pedras e cachoeiras, preferida pelos esportistas e aventureiros.

Orientações da Polícia Militar
De acordo com a Polícia Militar (PM) algumas orientações são importantes para a segurança dos turistas, principalmente de outras cidades do estado que ainda não conhecem a serra. A corporação ressalta que se deve evitar ir ao local sozinho e principalmente durante a noite, quando existe uma maior possiblidade de assaltos, devido a pouca movimentação.



Acesso à serra pode ser feito pela BR Engenheiro Isaac Bennesby (Foto: Júnior Freitas/G1) 
Acesso à serra pode ser feito pela BR Engenheiro Isaac Bennesby (Foto: Júnior Freitas/G1)

Apesar das dicas de segurança, muitos turistas não costumam seguir as orientações, principalmente os casais, que costumam subir a serra para namorar ou tirar fotos. Não existe no município um controle para saber a média aproximada de quantos turistas visitam a Serra dos Parecis anualmente.

http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2017/03/paisagem-de-serra-seduz-turistas-na-fronteira-de-rondonia-com-bolivia.html

segunda-feira, 13 de março de 2017

Entre templos, comida e jardins: 6 motivos para ir ao Japão.

10/03/2017 19:28:00

Dreamstime



O sonho de conhecer o outro extremo do mundo. O oriente exótico, com milhares de templos espalhados nas cidades e jardins únicos, onde o silêncio e a tranquilidade reinam.

É isso que encontra quem vai para o Japão, país que alguns veem como o destino mais longínquo que podemos alcançar, mas que no ano passado bateu o recorde de visitantes estrangeiros, com mais de 24 milhões de turistas internacionais.

E não para por aí: a gastronomia pode se revelar inesperada mesmo para aqueles que acham que conhecem plenamente a culinária japonesa, e embora influenciada desde a Segunda Guerra Mundial pela “invasão” cultural do ocidente, a terra dos samurais ainda guarda boa parte dos costumes e tradições locais, revelando um novo modo de se viver para seus visitantes.

Pode ser longe, mas conheça seis motivos que tornam o Japão um destino perfeito para quem quer mergulhar em um mundo bem diferente do seu.

JARDIM JAPONÊS

Flickr/Wicker Paradise

 
O jardim de Kawachi, que te leva a um túnel de plantas de colorações variadas

Um dos motivos de ir ao país são os tradicionais jardins japoneses, onde se encontra o silêncio e a tranquilidade em um ambiente com água, pedras, pontes, plantas, ilhas e cascalhos. Ligado a religiões como xintoísmo, budismo e taoismo, os jardins únicos costumam fazer parte de algum templo ou palácio. Um belo exemplo é o Kawachi Fuji Gardens, em Kitakyushu, formado com arcos de glicínias, plantas com colorações magníficas que vão do roxo e lilás para o rosa e branco.

PAISAGENS EXUBERANTES

Domínio Público

 
O Monte Fuji durante o nascer do sol

Outro ponto relevante no país são as paisagens arrebatadoras, com montanhas, rios e florestas tomando o horizonte. O Monte Fuji, um vulcão ativo que é considerado a montanha mais alta do país, fornece uma visão única no nascer do sol, ao lado do lago Kawaguchi. Outro exemplo é o Hoshitoge Rice Terraces, em Tokamachi, com os tradicionais campos de arroz japoneses.

MILHARES DE TEMPLOS

Domínio Público

 
Templo do Pavilhão Dourado, monumento budista em Quioto

“A cidade dos mil templos”. Assim é chamada Quioto, capital do império japonês até meados do século 19. E a cidade faz jus ao nome, com diversos e diferentes templos podendo ser vistos em praticamente todas as ruas do destino. Um dos mais conhecidos da cidade é o Kinkaku-Ji, ou o Templo do Pavilhão Dourado, monumento budista que fica rodeado por um lago que espelha a construção. A característica, porém, não é exclusividade de lá, sendo comum em todo Japão ter templos atravessando a cidade, inclusive na gigante Tóquio, considerada a maior cidade do mundo.

A VERDADEIRA GASTRONOMIA JAPONESA

Domínio Público

 
Gastronomia japonesa pode ir muito além do sushi

O que nós conhecemos indo nos restaurantes japoneses de nosso bairro é apenas uma fração de tudo que a gastronomia do país pode oferecer: embora o sushi e sashimi sejam ícones da culinária japonesa, a comida de lá vai muito além, com diferentes tipos de legumes e macarrão com temperos regionais, que geralmente não são encontrados no lado ocidente do globo. Vá a um ryotei, tradicional restaurante japonês, e lembre-se sempre que lá não tem garfo e faca, só se come com típicos hashis.

DESCUBRA O QUE RESTOU DE HIROSHIMA

Wikicommons/Oilstreet

 
O Domo da Bomba Atômica, uma das poucas construções que restaram do bombardeio da Segunda Guerra Mundial

Um cenário que vai emocionar a maioria dos visitantes é o Parque Memorial da Paz de Hiroshima, onde fica o Domo da Bomba Atômica (ou Genbaku Dome), um dos poucos prédios que sobreviveu ao bombardeio. O museu do memorial traz ainda lembranças do que foi Hiroshima antes do primeiro ataque com bomba nuclear em um local civil, com roupas e fotografias das vítimas da explosão.

CONHEÇA CASTELOS SAMURAIS

Domínio PúblicoCastelo Kanazawa, planejado para suportar guerras
 

Os extintos samurais japoneses, conhecidos pela sua habilidade com katanas e pelo rígido código moral que seguiam, deixaram castelos que podem ser apreciados até hoje nas terras japonesas. É o caso do Castelo de Kanazawa, com arquitetura e estrutura preparada para guerra.

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/destinos/2017/03/entre-templos-comida-e-jardins-6-motivos-para-ir-ao-japao_144919.html?lista

quinta-feira, 9 de março de 2017

Esqueça a formatura: Porto Seguro tem lindas praias, mas lado histórico desaponta.

Vivian Ortiz
Do UOL, em Porto Seguro*

Sol, festas e formatura: é isso o que vem à cabeça de muitas pessoas quando se fala de Porto Seguro, a 714km de Salvador. Apesar de receber milhares de estudantes todos os anos (e se orgulhar do fato), o município baiano é muito mais do que isso. Até porque a festança juvenil tem data para acontecer: geralmente nos meses de julho e outubro. Fora tais períodos, por incrível que pareça, é até difícil o turista escutar axé enquanto caminha pelas ruas do lugar.

Logo que chega, o visitante já recebe as boas-vindas de um mar azul e cristalino. Com tanta beleza natural, a vontade de colocar a roupa de banho e mergulhar naquele cenário vai ficando cada vez mais forte. Não faltam opções para isso, pois a orla da cidade possui cerca de 85km de praias, frequentadas pelos mais variados perfis de pessoas. Também estão cheias de barracas, que dão apoio para quem vai curtir as areias locais. De forma geral, elas costumam cobrar apenas pelo que foi consumido, deixando o uso da estrutura em aberto.
Já para quem busca um pouco mais de conforto, uma opção é aproveitar o serviço oferecido por alguns resorts locais. A pessoa paga uma taxa e tem o direito de usufruir das instalações, mesmo não sendo um hóspede oficial. Tudo no esquema day use. Aí, basta estender a toalha na cadeira e aproveitar o mar calmo da região, com poucas ondas, mas cheio de vento.

Caso esteja hospedado no centro - que não possui praia, mas tem agitação e hotéis um pouco mais em conta, será preciso se deslocar para conseguir dar um mergulho em águas salgadas. Se estiver por por conta própria, e não tiver alugado um carro, basta esperar pelo ônibus circular, que passa a cada 20 minutos e te leva até a enseada.
Os fãs de axé podem se acabar de dançar o ritmo em complexos de lazer na praia de Taperapuan, como o Axé Moi e o Tôa Tôa, onde professores de dança animam os turistas.


Do chão, a galera repete animada os passinhos no Axé Moi Imagem: Vivian Ortiz/UOL

De todos os lugares visitados pela reportagem de UOL Viagem, estes foram, praticamente, os únicos espaços que pessoas foram vistas dançando o famoso ritmo baiano. Se você curte, e a meta é essa, melhor ir direto ao alvo.

Terra do Descobrimento
Mas como existe vida além da praia (e o bronzeado estilo vermelho camarão tem limites), também dá para aproveitar as outras atrações que Porto Seguro oferece. Muitas delas têm um viés histórico, ligado à chegada de Pedro Álvares Cabral naquelas terras em abril de 1500. Uma das mais diferentes é a visita à Reserva Indígena Pataxó da Jaqueira, localizada a apenas 12km do centro da cidade.


Além das belas praias, Porto Seguro também investe no Etnoturismo Imagem: Vivian Ortiz/UOL

Os turistas são recebidos na comunidade indígena por índios devidamente pintados e enfeitados com cocares e demais adereços. Apesar de ser um passeio simpático, fica a impressão de que metade do que eles mostram é o que os visitantes gostariam de ver. Até porque, diferente de outros tempos, os índios de hoje sobrevivem do turismo. E não faz sentido andarem de sunga e biquíni enquanto usam saias de palha cobrindo as partes íntimas.

De qualquer forma, dá para descobrir algumas curiosidades sobre o modo de vida dos pataxós: os índios mostram se são casados ou solteiros - não existe a categoria viúvo - pelo tipo de pintura no rosto. Quem fica interessado em alguém precisa de paciência para mostrar suas intenções de namorar: depois de algum tempo paquerando a pessoa de longe, o índio joga uma pedrinha. Se ela for jogada de volta, pode ficar feliz. Caso contrário, melhor partir para outra.
No final, os índios fazem uma performance, apresentada como uma espécie de agradecimento aos visitantes, que são convidados a se juntar à dança tradicional. Com entrada paga, o passeio é interessante, mas precisa ser agendado com alguma agência de turismo de Porto Seguro.

Terra à vista
Outra atração temática da cidade é o Memorial da Epopeia do Descobrimento, com ingresso a R$ 10**. Localizado na praia do Cruzeiro, é mantido por particulares, sem o apoio financeiro do governo. A ideia é resgatar as memórias do nascimento de nosso País e, para isso, simpáticos guias começam a visita contando a nossa história na linguagem de cordel.

O grande destaque é uma réplica, em tamanho natural, da Nau Capitania, a embarcação que trouxe Pedro Álvares Cabral e sua tripulação ao Brasil. Dá para visitar por dentro e imaginar como teria sido participar daquela viagem. No entanto, precisa de um pouco mais de investimento. No dia em que a reportagem visitou o local, um pedaço grande de madeira se desprendeu do mastro da caravela, e por pouco não causou um acidente.
Já o Centro Histórico de Porto Seguro, localizado na Cidade Histórica, foi o primeiro núcleo habitacional do país. Possui diversas casinhas coloridas, réplicas das que eram encontradas nos velhos tempos. Atualmente, a maioria costuma abrigar pequenas lojas.

Ao lado da Igreja da Pena fica a Casa de Câmara e Cadeia, que hoje abriga o Museu de Porto Seguro. A parte mais interessante da visita está no térreo e mostra o local onde as pessoas autuadas pelas leis da época ficavam presas. A diferença é que, naquele tempo, não existia porta na cela e os condenados entravam com a ajuda de uma escada pelo teto. Todos ficavam juntos em uma espécie de quadrado, sem ventilação, e muitos acabavam morrendo pela falta de condições sanitárias.


Imagem: Vivian Ortiz/UOL

Caindo na night
Agora, se a sua meta for mesmo descobrir o que a noite de Porto Seguro tem, não se anime muito. A principal atração da cidade é a Passarela do Descobrimento, um de seus cartões postais mais famosos. A partir das 18h instala-se no local uma feirinha de artesanato, onde o turista pode conferir um pouco da produção local, tanto de gastronomia quanto de artesanato. Quem curte beber também pode experimentar o famoso "capeta", bebida típica feita com vodca, guaraná em pó, leite condensado e uma fruta da época.

Caso prefira algo mais animado, melhor pegar a balsa para Arraial d'Ajuda, um dos distritos de Porto Seguro. Mas só vá se tiver como circular por lá, pois são 5km até o centro, sem a ajuda de um eficiente transporte público. Melhor fechar um táxi ou algum transfer em grupo com pessoas do próprio hotel. No local, um dos principais atrativos é a rua do Mucugê, cujo forte é a gastronomia, mas que também está cheia de bares temáticos, que tocam rock, jazz, blues e MPB.

* A jornalista viajou a convite da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Porto Seguro.
** Preço consultado em outubro de 2015.

https://viagem.uol.com.br/guia/roteiros/2015/11/09/esqueca-a-formatura-porto-seguro-tem-lindas-praias-mas-lado-historico-desaponta.htm

segunda-feira, 6 de março de 2017

Empresa faz ranking dos passaportes mais desejáveis do planeta.


Quão importante esse documento pode ser? Imagem: Getty Images

Justin Bachman
Da Bloomberg

Um passaporte possibilita que um indivíduo seja um cidadão do mundo, mas há quem ache que ele também deveria oferecer vantagens. Por exemplo, se você for rico e muito viajado, deveria ser uma espécie de cartão de crédito exclusivo só para convidados: muitos benefícios, muitas regalias, muitos pontos.

Essa é a opinião da Nomad Capitalist, uma empresa que recentemente classificou 199 países de acordo com o "valor de sua cidadania". Além das opções para viajar sem visto, este ranking usa uma abordagem ponderada que considera a quantidade de impostos que um país cobra dos cidadãos que moram no exterior, junto com a reputação geral do país no mundo, as liberdades civis e pessoais e a capacidade de ter vários passaportes simultaneamente. E não, os EUA não aparecem nem entre os 20 primeiros colocados.

No topo da lista está a Suécia, seguida por uma série de outros países da União Europeia. Um passaporte sueco permite viajar sem visto para 176 países ou territórios, apenas um a menos que o líder mundial neste quesito, a Alemanha. Além disso, expatriados suecos podem facilmente "se livrar dos altos impostos na Suécia e ir morar em outro lugar onde os impostos são mais baixos sem muitas dores de cabeça", disse Andrew Henderson, o viajante experiente, empreendedor e bloqger que fundou a Nomad.

"Não tem muita gente entrando em conflito com os suecos", disse Henderson em um vídeo publicado na quarta-feira. O objetivo da Nomad é ajudar aventureiros endinheirados a reduzir seus tributos fiscais se mudando para o exterior, conseguindo autorizações de residência e investido em outros países como uma forma de "fazer com que seu patrimônio cresça mais rapidamente". A empresa também recomenda que as pessoas obtenham um segundo passaporte sempre que possível.

Segundo esta perspectiva, os passaportes do Reino Unido, da Alemanha e dos EUA, que antigamente eram considerados os "melhores" do mundo, ficam abaixo de vários países da Europa (dos 43 passaportes que aparecem no topo da lista da Nomad, 33 são europeus). O denominador comum entre todos esses países é a falta de impostos sobre a renda dos cidadãos independentemente de onde eles morarem. Os EUA, em contraste, cobram imposto de renda de seus cidadãos onde quer que ela tenha sido obtida.

Em relação ao quanto um passaporte é desejável, os EUA empatam com a Eslovênia no 35º lugar, ambos com direito a viajar sem visto a 174 países. Os EUA receberam pontos baixos por causa de sua posição sobre a tributação de não-residentes e por causa da percepção que o mundo tem dos EUA. Este último indicador foi pontuado de acordo com como um país e seus cidadãos são recebidos em todo o mundo, ou seja, segundo quando se recusa a entrada dos detentores desse passaporte ou quando eles "encontram uma hostilidade significativa".

No indicador de liberdade, a Nomad levou em consideração o serviço militar obrigatório, a vigilância governamental, as leis que regem cidadãos não-residentes, a taxa de encarceramento, o Índice Mundial de Liberdade de Imprensa e o Índice de Liberdade Econômica (a Suécia reinstituiu na quinta-feira a obrigatoriedade do serviço militar, por causa das atividades militares russas no Mar Báltico. Então, é possível que a lista de 2018 já esteja sujeita a uma modificação no topo).

https://viagem.uol.com.br/noticias/2017/03/03/empresa-faz-ranking-dos-passaportes-mais-desejaveis-do-planeta.htm

quarta-feira, 1 de março de 2017

Roteiro de carro nos arredores de Fortaleza tem praias que foram cenário de novelas

Adriana Terra
Colaboração para o UOL, no Ceará* 

 














Um dos destinos brasileiros que nunca sai da rota de viajantes é o Ceará, Estado com 573 km de um litoral que mistura cenários de dunas branquinhas, mar esverdeado e impressionantes falésias.

Aos que estão em busca de dias tranquilos em frente ao mar, a cidade de Fortaleza, quinta maior capital do país e o quarto destino mais procurado pelos brasileiros, pode parecer urbana demais - e talvez seja mesmo, mas bastam alguns minutos de estrada, a leste ou oeste, para encontrar cenários mais calmos que compõem hoje diversos roteiros turísticos na região.

Partindo da capital cearense rumo a oeste, em cerca de 45 minutos é possível chegar a Cumbuco. Situada a 35 km de Fortaleza, no município vizinho de Caucaia (nome de origem indígena que significa “mato queimado”), a praia atrai principalmente praticantes de kitesurfe. Também é bastante frequentada aos fins de semana por moradores de Fortaleza, por conta da proximidade com a capital.

Por lá, além de se aventurar no esporte é possível fazer passeios de jangada, andar de buggy pelas dunas ou apenas curtir um mergulho nas águas quentes do litoral cearense. Apesar de receber muitos turistas, contando com vasta infraestrutura de hospedagem e restaurantes, ainda é possível encontrar nos arredores pedaços de areia tranquilos.

Já a leste de Fortaleza, a chamada Rota das Falésias é composta de praias e cenários impressionantes. Beberibe se encontra no meio dela, a 91 km da capital. Acostume-se com o "filtro" alaranjado da região, de pouca vegetação e muito sol - o Ceará tem cerca de 93% de seu território inserido na porção do semi-árido nordestino.



Falésias de Morro Branco, no litoral leste cearense Imagem: Adriana Terra/UOL

Neste município, a pouco mais de uma hora de Fortaleza, a praia de Morro Branco é a grande estrela. Foi cenário de novelas (“Tropicaliente” e “Final Feliz”, da Globo), minissérie (“Sansão e Dalila”, da Record), filme (“O Noviço Rebelde”, com Renato Aragão) e programa de TV (o também global “No Limite”). Como é de se esperar, a visibilidade trouxe para a região muitos turistas e mudanças nas últimas décadas.

Por lá, é possível caminhar pelos labirintos formados em meio às enormes falésias avermelhadas. Foi desta formação rochosa esculpida pelo mar que um dia saíram as areias coloridas que enchiam garrafas de vidro em paisagens desenhadas por artistas locais. Hoje, a diretriz é usar areia colorida artificialmente para o ofício, informa um guia, já que a retirada de material, somada a intensa circulação de pessoas, intensificou a erosão das falésias.

Além deste artesanato, uma feira no pequeno vilarejo tem delicadas peças de renda de bilro (herança portuguesa na região) e bordado: caminhos de mesa, vestidos, camisas. Aos mais interessados no assunto, vizinho dali está o município de Cascavel, com uma conhecida comunidade de artesãos. Não atropele o passeio pelo local indo direto conhecer as falésias: neste centrinho de Morro Branco, aproveite para bater um papo com esses artistas. A alguns passos da feira estão uma igreja e a chamada "praça da Mentira", onde os pescadores do vilarejo contam os seus "causos", segundo reza a lenda.

Passeios até a chamada gruta da Mãe D'Água, caminhadas até o morro onde se encontra o mirante (para ver o sol nascer ou se pôr), visita a praia das Fontes e um mergulho no encontro do Rio Choró com o mar são outras atrações populares em Beberibe.

Graças à proximidade com a capital, esses passeios podem ser feitos em viagens bate-volta, mas se tiver tempo vale a pena reservar mais dias para curtir o ritmo local. Na região, há hospedagens para bolsos e estilos variados - de pousadinhas a resorts - e moradores que alugam casas e quartos, boa opção para quem deseja fazer uma imersão maior por ali.

A quem tem vontade de ir mais longe no roteiro, a chamada Rota das Falésias segue até Icapuí, onde os paredões chegam a 45m de altura.

Serviço:
www.portalcumbuco.com.br
http://beberibe.ce.gov.br

*A jornalista viajou a convite da CVC Viagens, GOL Linhas Aéreas, redes hoteleiras Carmel e GJP Hotéis & Resorts.


https://viagem.uol.com.br/guia/roteiros/2015/10/21/roteiro-de-carro-nos-arredores-de-fortaleza-tem-praias-que-foram-cenario-de-novelas.htm

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Dá para curtir o frio da Europa sem passar perrengue; veja opções.

Do UOL 17/02/2017

Nesta época do ano, enquanto diversas regiões do Brasil fritam sob temperaturas de mais de 30ºC, boa parte da Europa enfrenta um frio rigoroso.

Para atravessar o inverno no Velho Continente, o turista precisa estar vestido apropriadamente (veja como escolher as melhores roupas aqui) e saber quais são as melhores atrações indoor de hora de fugir das ruas congeladas e se aquecer fazendo um programa divertido.

Abaixo, o UOL indica alguns dos melhores atrativos que oferecerão abrigo, calor e muito cultura para o viajante que planeja fazer uma jornada pelo território europeu durante o inverno no Hemisfério Norte.

Palácio em Viena
O palácio de Schönbrunn oferece uma excelente perspectiva da suntuosidade do período imperial austríaco, principalmente em seu interior, que mescla afrescos em seus tetos, lustres magníficos, ornamentos luxuosos e salas temáticas extraordinariamente decoradas, como o salão circular chinês. O visitante pode optar por ver apenas 40 dos 1.400 aposentos, mas trata-se de um passeio que consumirá algumas horas do dia do turista com muito entretenimento e história (e, se for inverno, o fará se esquecer do forte frio que se abate sobre o território austríaco nos primeiros meses do ano). 


France Presse


Parlamento e torre de TV em Berlim
O Reichstag é um palácio construído em Berlim no final do século 19. Sede do Parlamento alemão, o edifício tem uma cúpula de vidro (na foto) que pode ser visitada por turistas e que proporciona uma das mais interessantes vistas da cidade (e é um tour extremamente interessante para dias frios). Mas se você realmente quiser ter visões panorâmicas completas da capital alemã, vá até a Torre de TV (Berliner Fernsehturm): inaugurada em 1969, a obra foi uma tentativa de demonstração de superioridade da sociedade socialista da Alemanha Oriental perante à Alemanha Ocidental. Seu observatório oferece uma impressionante vista de 360 graus da cidade a mais de 200 metros de altura. 


Getty Images


Em Dublin, da igreja à cerveja
Dublin, na Irlanda, é uma cidade que fica sob forte friaca no inverno europeu. Para escapar das baixas temperaturas, a cidade oferece interessantes recintos para o turista. De dia, vá à linda Christ Church Cathedral: fundada no século 11, este templo é o coração espiritual de Dublin e abriga uma das mais antigas estruturas da cidade: a cripta medieval, a maior do tipo na Irlanda. Depois, faça um tour pela fábrica da Guinness, onde é feita a mais famosa cerveja irlandesa (e onde os turistas podem se aquecer tomando alguns copos deste encorpado líquido negro cercados por janelas panorâmicas que oferecem vistas fantásticas da capital irlandesa). Os inúmeros pubs da cidade também são uma ótima opção de boemia indoor. 


Divulgação


Tour tocante em Amsterdã
Em Amsterdã, para fugir do frio, o viajante pode fazer um tour que o colocará frente a frente com os horrores do nazismo, visitando a casa de Anne Frank. Durante a Segunda Guerra, a família de Anne se escondeu em um anexo de um edifício no centro de Amsterdã. A entrada do esconderijo era disfarçada com um armário e, de lá, a menina escreveu seu famoso diário. No dia 4 de agosto de 1944, o esconderijo foi descoberto e, após o fim da guerra, apenas seu pai, Otto Frank, sobreviveu. O diário foi publicado em todo mundo, e a casa se transformou em um museu contando a trajetória da família e conservando o lugar onde a menina escreveu o que viria a ser seu livro póstumo. Impossível não ficar tocado ao visitar o lugar. 


Luís Ferrari/Folhapress


Em Paris, museus a perder de vista
Donos de algumas das principais obras de arte do mundo, os museus de Paris são uma escolha perfeita para quem quiser fugir do forte frio que se abate sobre a capital francesa durante o inverno. O Louvre, o mais famoso deles, exibe pinturas como a Monalisa (de Leonardo da Vinci) e esculturas como a Vênus de Milo (atribuído a Alexandros de Antioquia). Já o Museu Rodin contém a maioria das obras-primas de Rodin, incluindo O Pensador e Os Portões do Inferno. O local funcionava como a oficina do escultor, que doou tudo em troca de que o local se transformasse em um museu dedicado à sua obra. E o Museu d'Orsay (na foto) é outra das estrelas culturais de Paris, com obras magníficas de gênios como Cézanne e Degas. 


Divulgação/BM


Museus em Londres
Assim como Paris, Londres é outra cidade que oferece muitos museus de primeira grandeza ao turista. E o melhor: grande parte deles tem entrada gratuita, o que os torna uma opção mais do que tentadora para dias de frio na capital inglesa. O British Museum, por exemplo (na foto), que foi fundado em 1753 e é visitado por cerca de seis milhões de pessoas anualmente, reúne uma enorme quantidade de obras gregas, relíquias egípcias, objetos romanos, entre outros. A belíssima e arrojada arquitetura do edifício que abriga o museu já vale a visita. A National Gallery, por sua vez, é outro centro cultural imperdível: seu acervo concentra, principalmente, obras de arte realizadas entre 1250 e 1900. Entre os artistas em exposição há Michelangelo, Botticelli, Rembrandt, Renoir, Van Gogh e Cézanne. 


Marcel Vincenti/UOL


Música em Milão
Milão está no norte da Itália é uma das cidades do país da bota que ficam mais frias durante o inverno. Por sorte, não faltam atrativos indoor no local com capacidade para encantar (e muito) o turista. O lendário Teatro alla Scala é um deles: projetado pelo arquiteto Giuseppe Piermarini no final do século 18, o grande símbolo de Milão foi palco de grandes apresentações de Giuseppe Verdi e até hoje abriga alguns dos mais importantes espetáculos musicais do mundo. Com planejamento, é possível ver algum show neste concorrido local. E situado dentro da casa de espetáculos, há um museu que conta a história do Teatro alla Scala por meio de instrumentos, partituras originais e bustos de compositores. Lá, há objetos pessoais de gênios da música, como um relógio que pertenceu a Puccini, os óculos de Rossini e uma batuta usada por Verdi. Uma visita aos elegantes camarotes do teatro está inclusa no passeio. 


Velvet/Creative Commons


Mosteiro e doces em Belém
Situado na freguesia de Belém, o Mosteiros dos Jerónimos é um dos passeios indoor mais interessantes para realizar em Lisboa durante o inverno. A obra teve início no reinado de D. Manuel 1º, o monarca que comandava Portugal quando o Brasil foi descoberto. Concluído no final do século 16, este templo religioso é talvez o mais belo edifício da região da capital portuguesa. Sua suntuosa igreja guarda os sarcófagos de Vasco da Gama e Luís de Camões, além de membros da antiga família real lusitana. E logo ali ao lado fica a Antiga Confeitaria de Belém: fundado em 1837, o local fabrica o verdadeiro e mundialmente famoso pastelzinho de Belém.

https://viagem.uol.com.br/listas/veja-passeios-indoor-para-fugir-da-friaca-durante-o-inverno-da-europa.htm

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

12 cidades para conhecer o passado da humanidade.

17/02/2017 - Destinos
Brunna Castro

Com a destruição de alguns sítios antigos ao longo do século 21 – como Palmira, na Síria, e as ruínas de Nimrud, devastados em ações do Estado Islâmico –, muito se questiona sobre como se dará a preservação de locais que datam de séculos e até milênios e carregam muito da história da humanidade.

Para quem busca reencontrar as origens da civilização em uma próxima viagem, a CNN elaborou uma lista com uma série de cidades antigas ainda preservadas que proporcionam uma volta ao passado. Confira a seguir 12 delas.

ANGKOR WAT, CAMBOJA

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No século 12, o grupo étnico Khmer tomou compreensão a respeito do vasto universo e procurou recriá-lo em miniatura. O resultado foi Angkor Wat, uma cidade alastranda que foi projetada para impressionar, com fossos e torres meticulosamente organizados e paredes cobertas em relevos detalhados. Angkor Wat se estende por mais de 500 hectares no Parque Arqueológico de Angkor, uma grande área que cobre mais de 150 quilômetros quadrados.

ROMA, ITÁLIA

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Mesmo sendo um destino ocupado por multidões e souvenires clichês, elementos como o Coliseu – um estádio de quase dois mil anos de idade, localizado no meio de uma cidade moderna, onde 50 mil espectadores reuniam para assistir a batalhas sangrentas – e outros monumentos conservados fazem de Roma um local único.

ISTAMBUL, TURQUIA

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A construção feita por sucessivos impérios, de Bizâncio a Constantinopla até a Turquia moderna, deixou como legado para Istambul um horizonte instantaneamente reconhecível, que reúne elementos de todas as eras.

BAGAN, MYANMAR

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Mais de dois mil templos budistas ocupam a planície ao longo do rio Irrawaddy, formando a paisagem de Bagan. As multidões no destino permanecem muito menores – e mais aventureiras – do que os grupos que enchem Angkor Wat ou Machu Picchu.

TIKAL, GUATEMALA

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Escondida nas selvas da Guatemala, Tikal era uma cidadela maia que reflete mais de 1 mil anos de realizações culturais a partir de 600 a.C. A maior parte das antigas calçadas que ligam as três mil estruturas de Tikal foram limpas de vegetação, permitindo que os visitantes passeiem entre os edifícios, como era feito no passado.

CAIRO, EGITO

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Para quem visita Cairo pela primeira vez, é um choque perceber como as pirâmides de Gizé e a Grande Esfinge ficam próximas das ruas caóticas da cidade. Os túmulos de Gizé remontam a 4,5 mil anos e o Museu Egípcio de Antiguidades apresenta uma incrível coleção dos primeiros habitantes do Nilo.

QUIOTO, JAPÃO

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A capital imperial do Japão por mais de 1 mil anos mantem preservada suas antigas tradições, como cerimônias do chá, enquanto caminha para o futuro. Em meio ao ritmo da vida moderna, é possível encontrar mais de 1 mil templos budistas e santuários.

PEQUIM, CHINA

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Com seis patrimônios da humanidade classificados pela Unesco, o passado na China se estende por mais de três mil anos. Trata-se de um rico legado ainda preservado de arte, arquitetura e educação.

MACHU PICCHU, PERU

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Nos Andes, a cidadela inca de Machu Picchu mantém uma aura de mistério e majestade, mesmo que receba milhares de turistas por dia. Quando os espanhóis conquistaram o Peru, a existência de Machu Picchu foi mantida em segredo. O complexo foi revelado ao mundo em 1911 e se tornou rapidamente o emblema da conquista inca.

ATENAS, GRÉCIA

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Com cinco mil anos de história, a cidade moderna de Atenas encontrou uma forma de coexistir com seus icônicos monumentos históricos, como a Acrópole. Grande parte da vida social da cidade gira em torno dos monumentos, transformando as impressionantes ruínas da Grécia clássica em cenários casuais do cotidiano de Atenas.

PETRA, JORDÂNIA

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A região entre o Mar Morto e o Mar Vermelho tem sido habitada desde os primeiros dias da humanidade. Por volta de 300 a.C., os governantes do Reino Nabatean reivindicaram a grandeza cultural da região esculpindo magníficos edifícios em falésias de arenito vermelho. Carros não são permitidos na cidade antiga. Quem não quiser andar precisa contratar um camelo, burro ou carruagem para se locomover pelo local.

STONEHENGE, INGLATERRA

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Arqueólogos acreditam que o círculo de pedra pré-histórica pode ter sido construído há cinco mil anos. Existe um consenso de que a área era um cemitério, mas ninguém realmente entende como as pedras gigantes foram trazidas de tão longe como o País de Gales. 

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/destinos/2017/02/12-cidades-para-conhecer-o-passado-da-humanidade_144384.html?hotsite