sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Com belas praias e noite agitada, Balneário Camboriú é destaque no Sul do país.

Lucio Rila/Eleven/Estadão Conteúdo
Com belas praias e noite agitada, Balneário Camboriú é destaque no Sul do país Lucio Rila/Eleven/Estadão Conteúdo
Localizada 85 km ao norte de Florianópolis, Balneário Camboriú se impõe como um dos principais destinos turísticos da região Sul pela beleza de suas praias, urbanas ou escondidas, e pela eficiência de serviços como hospedagem e transportes. Também o bondinho e os esportes radicais do Parque Unipraias, e uma vida noturna de diversidade crescente, incrementam as férias de brasileiros e estrangeiros (sobretudo argentinos e chilenos) no litoral catarinense.

Os bondinhos dão acesso à Mata Atlântica com trilhas e estrutura de lazer ligando duas praias fundamentais, Central e Laranjeiras, que atraem multidões nos dias quentes. Diante dos condomínios verticais, o calçadão da avenida Atlântica lembra o de Copacabana, no Rio de Janeiro, nas ondas brancas e pretas desenhadas no chão e nos quiosques servindo água de coco e lanches. O bondindinho, mistura de ônibus, bonde e dindinho, passa por ali, da manhã à noite, parando em qualquer ponto. Na alta temporada, funciona 24 horas, ou "toda a vida", como dizem os catarinenses.

Comparadas ao burburinho do centro, as praias de Laranjeiras, do Estaleiro e dos Amores são refúgios sem calçadão, para quem busca um cenário mais selvagem, menos urbano. Mais exclusiva ainda é a praia do Pinho, reduto pioneiro no naturismo na orla brasileira, separada da praia do Estaleiro por formações rochosas.

Outra atração importante da região é o parque Beto Carrero, complexo de entretenimento na cidade vizinha de Penha, com zoológico, agenda de shows e dezenas de brinquedos para adultos e crianças. Com cerca de 95 mil habitantes, Balneário Camboriú é uma cidade que nunca pára na alta temporada. Quando o dia nasce e os últimos freqüentadores das casas noturnas recebem a brisa no calçadão, os moradores já ocupam a praia Central, correndo ou caminhando. Dali a pouco chegam as excursões de ônibus aos hotéis. Começa a intensa produção de churros na beira-mar, e o almoço logo convida a conhecer os famosos chopes e cervejas artesanais de Santa Catarina, até a noite.
A cidade segue "toda a vida", como o bondindinho 24 horas.

http://viagem.uol.com.br/guia/brasil/balneario-camboriu/

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Experts em passagens baratas dão dicas de como voar gastando menos.
 
Do UOL, em São Paulo
 
Getty Images/iStockphoto
Com planejamento e paciência, é possível economizar na hora da viagem
Com planejamento e paciência, é possível economizar na hora da viagem
A professora de inglês Margarete Nogueira tem uma programação de viagens agitada: um fim de semana por mês ela vai de Brasília a São Paulo para visitar parte da família. Além disso, a professora também procura fazer, mensalmente, uma viagem mais longa. Em outubro, por exemplo, está indo para Alter do Chão, no Pará, e em novembro visitará Olinda (PE), durante o evento de literatura Fliporto. Margarete é a prova de que viajar sem investir rios de dinheiro requer principalmente planejamento. "Dá para fazer coisas sem gastar tanto", garante. Ela diz que não costuma correr atrás de promoções - sua dinâmica envolve se programar com antecedência. Assim, aproveita os valores mais baixos, compra os bilhetes para todos e, só depois, avisa os parentes que eles têm viagem marcada.
"A família recebe isso superbem", diverte-se. "Porque, na verdade, quando tem promoção é 'pegar ou largar', não tem como consultar as pessoas", justifica Margarete.
A estratégia da professora é a mais indicada por outros experts em viagens. "Compre com antecipação e tenha certeza da data do voo. Alguns finais de semana há promoções, mas não é uma regra. A regra é a lei da oferta e da procura", explica Alexandre Monteleone, gerente de marketing do site Decolar.com.

 
Arquivo pessoal
Guta Cunha, do blog Vambora!, já foi para Barcelona pagando metade do valor médio
"Sempre existe a chance de haver alguma grande promoção, mas no geral, ao se comprar com três a quatro meses de antecedência você encontra os melhores preços", diz Guta Cunha, do blog Vambora!. Ela também utiliza comparadores, entre sites e aplicativos, e pesquisa em diferentes dias e horários.
Combinando esses macetes, a blogueira já conseguiu uma passagem de ida e volta saindo de São Paulo com destino a Barcelona por cerca de R$ 1.300, já com taxas, pela Singapore Airlines. A média de preço deste bilhete pela companhia, uma das mais caras a voar esta rota, é de R$ 2.500, sem taxas. "Foi um caso de insistência e trabalho de ficar pesquisando passagens, todo dia, por uns 15 dias, e uma hora apareceu essa promoção", explica.
Já Margarete conta que, no último mês de maio, conseguiu passagens de ida e volta partindo de Brasília com destino a São Paulo por R$ 150, já com taxas - metade do valor médio da tarifa.
 
Nacionais em alta, internacionais menos atraentes
Atualmente, no entanto, a professora diz ter sentido menos diferença na compra antecipada: as passagens, às vezes, seguem caras mesmo compradas meses antes. Um dos motivos é a grande procura por voos nacionais em tempos de dólar alto.

"Aumentou bastante o número de venda das nacionais, não caiu o preço porque tem muita procura. As empresas estão fazendo algumas promoções pontuais, mas nada muito diferente do que vinha acontecendo", explica Alexandre, ajudando a entender essa percepção de Margarete.
"E a venda das internacionais não caiu muito porque as passagens baratearam. As companhias americanas reagiram muito rápido à variação cambial e agora o que está acontecendo é a reação das europeias", observa.

Getty Images
Apesar das promoções em voos internacionais, o dólar alto pode ser um vilão
Para Guta Cunha,"as promoções de passagens para o exterior continuam, o problema é a cotação do dólar frente ao real, o que faz com que uma promoção excelente de US$ 599 para a Europa não seja mais tão atraente hoje em dia", opina. Ela acredita que, em relação às passagens nacionais, existem promoções, mas menos frequentes. "Não acho que viajar para o Brasil ficou mais barato do que antes, na verdade a questão é que viajar para fora do Brasil nesse momento está mais caro devido ao câmbio", pontua a blogueira.
Mesmo em tempos de bilhetes nacionais em alta e internacionais menos atraentes, sempre vale a pena seguir algumas regrinhas para economizar na compra. Abaixo, reunimos cinco dicas formuladas com ajuda dos nossos entrevistados.
 
5 REGRAS BÁSICAS DA ECONOMIA AÉREA
1. Programe-se e compre com antecedência
Regra campeã entre os especialistas em voar barato. Compre os bilhetes internacionais com pelo menos três a quatro meses de antecedência. Os nacionais, com cerca de dois meses ou ao menos mais de 30 dias.

 
2. Atente à lei da oferta e demanda
Viajar num fim de semana ou no feriado sempre será mais caro, assim como ir a destinos de praia no verão. Se você pode evitar isso, vai pagar, certamente, bem menos.

 
3. Use aplicativos e sites que comparam preços
Kayak, Skyscanner, Voopter, Decolar, eDestinos e Wego são algumas das opções que ajudam a achar a melhor oferta.

 
4. Cadastre-se em sites e crie alertas de preços
Você quer viajar para determinado destino, ainda sem data definida, e quer pagar o mínimo na passagem? Crie alerta de preços para o local em sites de busca e/ou compra de passagens. Assim, recebe um aviso quando aparecer um bilhete abaixo do valor que indicar. Cadastrando-se também neste tipo de site, ou em páginas de cias aéreas, você recebe as promoções por email e consegue aproveitá-las melhor.

 
5. Pesquisa em diferentes datas
Aqui vale a paciência de entrar em sites em diferentes dias e horários para checar a melhor oferta. Não tem exatamente uma regra de melhor dia para pesquisar, mas a companhia Azul, por exemplo, conta que os melhores dias para achar passagens baratas em seu site são terças, quartas e sábados. Há ainda quem diga que os fins de semana e madrugadas são momentos bons de fazer a busca.


http://viagem.uol.com.br/noticias/2015/10/07/experts-em-passagens-baratas-dao-dicas-de-como-voar-gastando-menos.htm

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, tem uma ilha para cada dia do ano e 2.000 praia.
 
Divulgação
Vista das Ilhas de Cataguás, em Angra dos Reis Divulgação
"Se existe um paraíso, é bem perto daqui." A frase foi registrada em carta por Américo Vespúcio para descrever a antiga Vila dos Santos Reis Magos, hoje, Angra dos Reis, uma das mais antigas cidades brasileiras, descoberta por Gonçalo Coelho, em 6 de janeiro de 1502.
Distante 166 km da capital carioca, no litoral sul do Rio de Janeiro, guarda uma riqueza histórica, lendas envolvendo piratas, navios fantasmas e naufrágios e muitas, muitas belezas naturais. Oito baías, 365 ilhas e 2.000 praias. 

Que outro lugar reserva tantas opções para o viajante?
O roteiro turístico de Angra dos Reis está dividido em cinco corredores: Ponta Leste, Centro, Estrada do Contorno, Ponta Sul e da Ilha Grande. Caminhadas por trilhas que levam a cachoeiras ou praias reservadas, passeios de barco que têm como destino ilhas paradisíacas de águas cristalinas ou mergulhos entre peixes coloridos são algumas das muitas opções de lazer proporcionadas pela exuberante natureza da região.

A combinação do verde da mata atlântica com as areias claras, o mar calmo de grande parte das praias e ilhas e suas águas esverdeadas faz de Angra dos Reis um dos destinos mais procurados do litoral do Rio.
O acervo histórico e arquitetônico do local mostra ao visitante um pouco da trajetória da cidade, que remonta os "grandes ciclos econômicos" da história do Brasil. No início da colonização foi uma região cobiçada para exploração e contrabando de produtos tropicais, servindo de entreposto comercial para grandes rotas marítimas vindas da Europa e África. 

No período colonial interligou São Paulo e Minas Gerais ao litoral do Rio de Janeiro. E no século 19 viveu períodos áureos graças ao café. A polêmica implantação da Usina  Nuclear Angra 1 (1972-1980), além da instalação do Terminal Petrolífero da Baía da Ilha Grande (1974-1979) e da abertura da Rodovia Federal Rio-Santos (BR-101), redefiniu o "desenvolvimento" da cidade e o tipo de ocupação.

http://viagem.uol.com.br/guia/brasil/angra-dos-reis/index.htm

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Outubro é mês de festa da cerveja no Brasil e paisagem outonal em NY.
 
Do UOL, em São Paulo

O dólar caríssimo está proibindo qualquer tentativa de passeio no exterior? Se você tem um tempo para viajar em outubro e está sem condições de sair do país, saiba que, neste mês, o Brasil está recheado de atrações turísticas: nas próximas semanas, a Oktoberfest vai agitar Santa Catarina e, no Nordeste, diversos destinos ainda se encontram na baixa temporada, oferecendo preços mais em conta do que aqueles praticados no alto verão. 
Por outro lado, se a cotação da moeda americana não afeta muito o seu bolso, diversas jornadas ao exterior valem a pena: em Nova York, as paisagens começam a ficar tingidas com as românticas cores do outono e, se a intenção é ir mais longe, a Ásia é um lugar que estará cheio de festas até o final de outubro.
Abaixo, veja dez sugestões de lugares atrativos para viagens neste mês:
 
Outono em Nova York
Getty Images 

O lado fotogênico de Nova York atinge seu ápice em outubro, quando diversas áreas arborizadas da cidade começam a ganhar as lindas tonalidades do outono. É a época em que diversos filmes românticos são gravados na Big Apple e em que diversos turistas se deleitam em ruas e parques cobertos pela folhagem ocre que marca o horizonte. Entre os melhores lugares para presenciar o fenômeno estão os parques Bloomingdale Park, Alley Pond Park, o Fort Tryon Park, o Greenbelt e, lógico, o famoso e tradicional Central Park.
 
Praias da Turquia
Getty Images


O dólar está nas alturas, mas, se você quiser fazer de qualquer jeito uma viagem ao exterior, pense na Turquia: o país, com seu custo de vida mais baixo do que Europa e Estados Unidos, pode ser uma boa opção – principalmente se você estiver atrás de cultura e praia. Em Istambul, neste mês, o clima fica menos quente e perfeito para longas caminhadas entre mesquitas, monumentos bizantinos e o estreito de Bósforo. E, se a intenção for pular no mar, é só se dirigir para algum dos muitos balneários paradisíacos do país, como Bodrum (na foto) ou Oludeniz, que, em outubro, ainda tendem a ter clima para curtir uma praia.
 
Festival literário em Bali
Getty Images


Com lindas praias e ondas perfeitas para o surfe, Bali fica ainda mais interessante em outubro. Neste mês, entre o dia 28 e o 1º de novembro, será realizado na ilha indonésia o Ubud Writers and Readers Festival, um dos mais importantes festivais literários da Ásia. Serão 165 autores de 25 países diferentes, realizando um evento que traz animação e festas para diversas localidades de Bali e que com certeza irão animar ainda mais a viagem do turista. As discussões literárias com escritores como Michael Chabon (vencedor do Prêmio Pulitzer) e Christina Lamb (coautora do livro "Eu Sou Malala") serão um dos pontos altos da festa. 
 
Safári no Zâmbia
Getty Images


Outubro marca o final do período de seca no Zâmbia e é uma das melhores épocas para fazer um safári no país africano. Com as fontes de água escassas, é mais fácil ver animais como leões e elefantes se reunindo aos montes em rios para buscar alimento. O clima, nesta época, ainda não atinge picos de calor, o que possibilita incursões ao mundo selvagem sem muito suor. Um dos melhores lugares para fazer um safári no Zâmbia é o South Luangwa National Park, uma paraíso para turistas que gostam de observar a natureza de perto.
 
Fogos de artifício na Coreia do Sul
Getty Images


A Coreia do Sul, e principalmente sua pulsante capital Seul, são destinos cada vez mais populares entre turistas do mundo inteiro. Uma visita ao país em outubro, porém, não pode negligenciar Busan, a segunda maior cidade na nação asiática. Neste mês, mais precisamente entre os dias 23 e 24 de outubro, será realizado no local o Busan Fireworks Festival, um dos maiores e mais fascinantes festivais de fogos de artifício do mundo, que vão explodir sobre a linda ponte Gwangan. Mais de um milhão de pessoas são esperadas para o evento, que também vai abrigar diversos shows musicais de Korean Pop: espere ouvir algumas versões de "Opa Gangnam Style".
 
Natureza em Galápagos
Wikimedia Commons/Wikipedia


Outubro é um dos melhores meses para dar uma de Charles Darwin e viajar para Galápagos para entrar em contato com a natureza única e exuberante do arquipélago equatoriano. Neste mês, a época das chuvas ainda não chegou ao destino, além de ser um dos melhores momentos para observar as aves que habitam nas ilhas. Em outubro o número de turistas (que visitam o arquipélago aos montes em outras épocas) também tende a diminuir, deixando mais espaço para o viajante curtir a natureza local com mais paz e calma.

Oktoberfest brasileira

Jandyr Nascimento/ UOL


A Oktoberfest de Munique já começou, mas é em outubro que tem início a versão brasileira mais famosa do festejo cervejeiro alemão. Entre os dias 7 e 25 de outubro é realizada a Oktoberfest da cidade de Blumenau, em Santa Catarina, que todos os anos reúne milhões de boêmios do Brasil inteiro para baladas regadas a muita cevada. Espere encontrar diversos shows de música folclórica alemã, vestimentas típicas da Bavária e, também, um clima de muita paquera, tudo cercado pela atmosférica Vila Germânica de Blumenau, uma área com mais de 26 mil metros quadrados e diversas construções que lembram a Alemanha.
 
Nordeste
Getty Images


Outubro ainda é considerado oficialmente pelo Ministério do Turismo como baixa temporada em diversos lugares do Brasil. O Nordeste, por exemplo, tem clima propício para pegar uma praia e ainda oferece preços mais baixos dos que serão encontrados mais para o fim do ano. De acordo com o Ministério do Turismo, é possível encontrar pacotes até 50% mais baratos do que na alta temporada. Fortaleza, Porto de Galinhas, Maceió, Natal e Porto Seguro (na foto) são alguns dos populares destinos do Nordeste onde ainda é possível encontrar algum desconto.
 
Música em Gramado
Reinaldo Canato/UOL


Se a intenção for curtir as paisagens do sul do Brasil, as terras gaúchas são uma época interessante para outubro. Entre os dias 18 a 22 deste mês será realizado na cidade de Canela, no Rio Grande do Sul, o Festival Nacional da Música, um dos principais eventos musicais do país. Já estão confirmados shows de artistas capazes de agradar a todos os gostos, como Nando Reis (na foto), Detonautas, o pianista Arthur Moreira Lima, Rappin Hood e Fafá de Belém.
 
Praias do Sudeste
Guilherme Andrade/UOL


Se há um tempo livre para realizar uma viagem e o dólar nas alturas assusta, por que não escolher como destino uma das lindas praias que pontuam o litoral paulista? Opções não faltam: há desde o eterno agito jovem de Maresias até o clima de isolamento, perfeito para casais e famílias, de diversas praias de Ilhabela. Ubatuba também é um destino de intermináveis praias selvagens, unidas a um centro urbano que oferece excelentes restaurantes, um bom aquário municipal e uma sede do Projeto Tamar, onde é possível ver tartarugas-marinhas de perto. E, em outubro, ainda não há as muvucas vistas no verão.

http://viagem.uol.com.br/noticias/2015/10/01/outubro-e-mes-de-festa-da-cerveja-no-brasil-e-paisagem-outonal-em-ny.htm

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Fique atento à diferença entre conexão e escala na hora de reservar seu voo. 

Todos a Bordo - 26/09/2015


Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

A maior parte das pessoas prefere entrar no avião e só desembarcar no destino final. Mas voos com ou sem paradas até o destino costumam ter preços bem diferentes. Por isso, é bom ficar atento aos detalhes para ver o que compensa mais no seu caso em termos de custo e conforto durante a viagem.

A diferença básica entre os voos com paradas no percurso é entre escala e conexão. A escala significa que o avião vai pousar em algum lugar para reabastecer e/ou para a entrada de novos passageiros. Mas quem já está a bordo não precisa desembarcar. Já a conexão prevê troca de avião. Quando há escalas, o número do voo em geral não muda, ao contrário do que ocorre quando há conexão.

As companhias aéreas brasileiras indicam quando o voo é direto e também costumam deixar claro nos detalhes do voo se a mudança de avião é ou não necessária quando há paradas.

Nonstop
Há outra diferença importante a ser observada ao buscar passagens. O termo ‘nonstop’ é bem comum ao se falar de voos diretos. Mas seu significado é diferente de ‘direct flight’, ou voo direto. O voo nonstop de fato não tem paradas até o destino final. O ‘direct flight’ tem escalas e é chamado de direto devido ao número do voo, que não muda.

Fique atento a essas terminologias e aos detalhes do voo que pretende reservar para saber com exatidão qual será seu trajeto até chegar ao destino  – e não comprar gato por lebre. 

http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2015/09/26/fique-atento-a-diferenca-entre-conexao-e-escala-na-hora-de-reservar-seu-voo/

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Atacama.
Belezas naturais fazem do Atacama, extensa área desértica no Chile, um oásis impressionante.
 
Eduardo Vessoni/UOL
O pôr-do-sol na lagoa Tebenquiche é uma das atrações imperdíveis do Atacama Eduardo Vessoni/UOL
O norte do Chile é realmente um lugar de extremos. É a região mais árida do planeta, com o deserto de maior altitude localizado a 2.440 metros, onde as águas das chuvas não passam de 35 milímetros por ano e o solo impermeável lhe garante um aspecto comparado ao de Marte.
A extensa área desértica entre as águas frias do Pacífico e as monumentais cordilheiras dos Andes é o local onde o viajante que busca experiências singulares encontra refúgio sem ter que abrir mão de serviços básicos. Esse esconderijo se chama São Pedro de Atacama, pequeno povoado que serve como base para a exploração da região.
Esta cidade, que ainda guarda costumes dos povos pré-incaicos que deixaram marcas profundas em seu território, era apenas uma localidade escondida do norte do país que mal recebia visitantes estrangeiros. Hoje é um produto chileno consolidado no mercado turístico internacional ao lado de Torres del Paine e Ilha de Páscoa.

Mesmo com tanta fama, a cidade ainda preserva seu ritmo particular, que permite ao visitante um passeio, a passos lentos, por suas ruas estreitas de terra e casas de adobe com telhados de palha. O clima pacato só é quebrado por alguma festa típica do povoado, como o desfile de Santa Rosa em agosto, ou pelas músicas folclóricas tocadas nas peñas da Caracoles, a principal via de circulação.
O Atacama, que na língua cunza significa "cabeceira do país", é marcado historicamente por disputas e dominações anteriores à chegada dos espanhóis. No ano 400 d.C., a sociedade tiwanaku, proveniente do território onde hoje se encontra a Bolívia, impõe-se hierarquicamente sobre o povo atacamenho. O período seguinte (entre os anos 900 e 1450) foi marcado pelo rompimento com aquela civilização e pelos novos conflitos sociais internos. Foi nesse contexto que os incas dominaram a região do Atacama até que fossem dizimados com a chegada dos europeus, em 1535.
Há três formas de se conhecer a região: a tradicional, em que as agências oferecem o mais básico do Atacama como os Vales da Lua e da Morte, além dos gêiseres de El Tatio; o roteiro alternativo, em que as margens do deserto ganham novas dimensões em rotas pouco divulgadas com visitas a petroglifos, povoados de um só habitante e cânions em vales multicoloridos; e a terceira opção, que alia um pouco de cada um dos dois roteiros anteriores.
Seja qual for a escolha, uma imagem será inevitável: o Licancabur, imponente vulcão cônico de 5.916 metros de altura que separa o Chile e a Bolívia. Quanto mais longe se vai, mais se vê esse vulcão onipresente entre os recortes das rochas gigantes que cercam a região.
A montanha é local sagrado desde épocas anteriores à chegada dos colonizadores, quando ali se realizavam sacrifícios com animais. A prática foi proibida pelos espanhóis, mas o vulcão continua atraindo aventureiros até a lagoa que se localiza no seu cume, além de devotos que uma vez ao ano levam oferendas à Pacha Mama pelo que se conquistou naquele período.
É certo que a escalada de oito horas se dá pela Bolívia devido ao terreno ainda minado da época em que o Chile e a Argentina disputavam terras, mas para o Licancabur não existe fronteiras nem guerras. Por isso, ele segue soberano guardando a região. E ainda dizem que o oásis é pura ilusão. Não no deserto do Atacama.

http://viagem.uol.com.br/guia/chile/atacama/index.htm

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Brasil tem 12 dos 25 melhores museus da América do Sul, diz pesquisa.

Do UOL, em São Paulo
 
Renata Gama/UOL
O Instituto Ricardo Brennand ficou na primeira colocação da lista
O Instituto Ricardo Brennand ficou na primeira colocação da lista
O Brasil tem 12 dos 25 melhores museus da América do Sul, afirma uma pesquisa realizada pelo TripAdvisor, um dos principais sites de viagens da internet.
O levantamento se baseou na opinião de milhares de usuários do TripAdvisor que visitaram, e posteriormente avaliaram no site, tais centros culturais. 
No topo da lista dos melhores museus sul-americanos aparece o Instituto Ricardo Brennand, na cidade pernambucana de Recife. Em segundo lugar vem o Instituto Inhotim, em Minas Gerais. E o próximo museu a aparecer no ranking é o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, na quinta colocação. Cinco dos 25 melhores museus da América do Sul estão na capital paulista. 
Também figuram na lista os museus Oscar Niemeyer (em Curitiba), a Pinoteca do Estado de São Paulo e o Museu do Futebol (também em São Paulo). Veja a lista completa do TripAdvisor abaixo:
 
MELHORES MUSEUS DA AMÉRICA DO SUL
1º: Instituto Ricardo Brennand (Recife, Pernambuco)
2º: Instituto Inhotim (Brumadinho, Minas Gerais)
3º: Museu de Arte Latino-Americana (Buenos Aires, Argentina)
4º: Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia)
5º: Museu da Língua Portuguesa (São Paulo, São Paulo)
6º: Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, Paraná)
7º: Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, São Paulo)
8º: Museu Larco (Lima, Peru)
9º: Museu Botero (Bogotá, Colômbia)
10º: Museu do Futebol (São Paulo, São Paulo)
11º: Catavento Cultural e Educacional (São Paulo, São Paulo)
12º: Museu Imperial (Petrópolis, Rio de Janeiro)
13º: Museu de Arqueologia de Alta Montaña (Salta, Argentina)
14º: Museu da Memória e dos Direitos Humanos (Santiago, Chile)
15º: Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
16º: Museu Nacional de Belas Artes (Buenos Aires, Argentina)
17º: MASP (São Paulo, São Paulo)
18º: Museu Cais do Sertão (Recife, Pernambuco)
19º: Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro)
20º: Museu Chileno de Arte Pré-colombiana (Santiago, Chile)
21º: Museu de Colchagua (Santa Cruz, Chile)
22º: Museu Tumbas Reais do Senhor de Sipán (Lambayeque, Peru)
23º: La Capilla del Hombre (Quito, Equador)
24º: Museu Interativo Mirador (Santiago, Chile)
25º: Museu Nacional de Artes Decorativas (Buenos Aires, Argentina)

http://viagem.uol.com.br/noticias/2015/09/22/brasil-tem-12-dos-25-melhores-museus-da-america-do-sul-diz-pesquisa.htm