quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Explora Atacama, no Chile, oferece hospedagem gratuita para menores acompanhados dos pais

Deserto do Atacama, no Chile, é um um dos destinos mais procurados do mundo
Deserto do Atacama, no Chile, é um um dos destinos mais procurados do mundo

Da redação
Explorar o Deserto de Atacama, no Chile, um dos destinos mais procurados do mundo, está na lista de roteiros de viagem de muita gente. O lugar reserva surpresas como temperaturas que variam de zero a 40 graus, oásis misturados a paisagens lunares que atraem pessoas do mundo inteiro. Localizado em uma região cercada de montanhas, vulcões, salares, e gêiseres, o hotel Explora Atacama tem cerca de 200 quilômetros quadrados de pedra e rara vegetação. Com duração de cinco dias, este roteiro oferece hospedagem gratuita para menores de 18 anos acompanhados dos pais.

Passeio pelo vale da Lua faz parte do roteiro | divulgação
Passeio pelo vale da Lua faz parte do roteiro | divulgação

Caminhadas do roteiro Explora Atacama | divulgação
Caminhadas do roteiro Explora Atacama | divulgação

Roteiro Explora Atacama | Roteiros Incríveis
Monumentais colunas de pedra no Salar de Tara | divulgação

Todos os quartos do hotel são cercados pelas paisagens do deserto do Atacama | divulgação
Todos os quartos do hotel são cercados pelas paisagens do deserto do Atacama | divulgação

Detalhe do banheiro do Explora Atacama | divulgação
Detalhe do banheiro do Explora Atacama | divulgação

O hotel da rede Explora no Atacama organiza uma série de passeios em veículos 4×4, bicicletas, a cavalo ou a pé pela região, proporcionando aos hóspedes uma visão geral da geografia, fauna e flora do Atacama, acompanhados de guias especializados em natureza e geologia local.
O deserto do Atacama possui um dos céus mais claro dos mundo e hotel tem exclusivo observatório reservado aos hóspedes que podem observar planetas, estrelas e constelações, garantindo uma experiência inesquecível. Todos os quartos são cercados pelas paisagens do deserto do Atacama.
As refeições são servidas e harmonizadas com excelentes vinhos e também são oferecidas degustações para os hóspedes. O hotel possui um chef francês que elabora menus a La Carte. Tudo é produzido no Explora, com ingredientes típicos da região.

Piscina do hotel Explora Atacama, no Chile | divulgação
Piscina do hotel Explora Atacama, no Chile | divulgação

Hóspedes podem observar planetas, estrelas e constelações no observatório do hotel | divulgação
Hóspedes podem observar planetas, estrelas e constelações no observatório do hotel | divulgação

Vista noturna da área de lazer do hotel | divulgação
Vista noturna da área de lazer do hotel | divulgação

O roteiro Explora Atacama inclui atividades como caminhadas, cavalgadas, e passeios de bicicleta pela região. A viagem inclui traslados, quatro noites no hotel em sistema all inclusive (todas as alimentações e bebidas), todas as explorações acompanhadas de guias especializados, entradas para todos os parques nacionais, spa, wi-fi. O roteiro custa a partir de 2.880 dólares por pessoa em acomodação dupla.

http://roteirosincriveis.uol.com.br/noticias/explora-atacama-no-chile-oferece-hospedagem-gratuita-para-menores-acompanhados-dos-pais/

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O que é preciso saber sobre uma viagem de navio. 

Por Agência Estado.

Que roupa levar? Quais documentos são necessários? As bebidas estão inclusas?
Essas e outras dúvidas frequentes respondidas.

Splendour of the seas é um dos mais luxuosos navios dos mares brasileiros

1. O que é essencial? Além da documentação e do voucher da viagem, cartão de crédito, dinheiro e um relógio. As despesas extras são pagas com cartão ou dinheiro (veja com a companhia a moeda aceita e o valor do depósito na chegada). Ficar de olho na hora é importante para participar das atividades a bordo e, especialmente, para não perder a partida do navio. Ele não espera os atrasadinhos, então, a pontualidade é essencial.

2. Que roupa levar? E que mala? De dia, prefira roupas leves e use sandálias ou tênis. Use trajes de banho só na área da piscina. Para a noite, vale uma produção, sem exageros. Guarde a roupa mais caprichada para o jantar com o comandante. De preferência a malas pequenas ou médias porque as cabines são pequenas. Lembre-se de identificar a bagagem para o embarque. Medicamentos e objetos de valor devem estar na bagagem de mão.

3. Quanto se gasta com internet? E com tratamentos? Por uma hora de conexão sem fio, paga-se US$ 15 na Costa ou US$ 35 na Royal. Já o uso da sauna é gratuito no Splendour, da Royal, e no Fortuna, da Costa. O MSC Aurea SPA está em toda a frota da armadora, com massagens, banhos e tratamentos. Por US$ 130, compra-se um pacote com uma massagem balinesa de meia hora e um tratamento facial também de meia hora. Na Pullmantur, há depilação desde US$ 6 e a hidratação capilar custa US$ 10.

4. As bebidas estão incluídas? Os navios da Pullmantur funcionam em sistema all-inclusive, com comida e bebida incluídas a qualquer hora e todos os ambientes dos navios. Os pacotes da Ibero já dão direito a bebida à vontade durante as refeições - o que for pedido fora desses horários é cobrado. Nas outras companhias, as bebidas são pagas à parte. Refrigerante ou cerveja nacional custa US$ 2,50 nos navios da Costa, por exemplo. Mas as empresas montam pacotes. O Costa Inclusive sai a US$ 23,75 por dia e inclui uma seleção de bebidas, servidas no copo (entre elas, cerveja, vinho e drinques). A MSC tem opções para água, refrigerante, cerveja ou vinho. O pacote Classic, por exemplo, a US$ 76, inclui quatro garrafas de tinto (750 ml) e sete garrafas de água (500 ml). Na Royal, refrigerante à vontade sai por R$ 8,20 ao dia para menores de 18 anos e R$ 12,30 para os demais.

5. Quanto custam taxas portuárias e gorjeta? Esses gastos são calculados por pessoa e por dia de cruzeiro. No caso das taxas portuárias, o valor varia de acordo com a duração da viagem, com as paradas incluídas e com a data do roteiro. Por exemplo, em um cruzeiro de seis noites no MSC Orchestra, saindo do Rio, pode custar US$ 165 (criança a US$ 129). Para gorjetas, a Ibero e a Costa cobram US$ 10 por dia para maiores de 14 anos (US$ 5 para os demais). A Royal cobra US$ 18,90 por dia, por pessoa, de taxa de serviço. Em média, na Pullmantur, o passageiro paga por dia R$ 57 de taxa portuária e R$ 24 de gorjeta.

6. Dá para conhecer os destinos? Como o tempo em terra é curto, tem-se apenas um aperitivo do lugar. Caso já conheça o destino, invista num programa diferente, como visitar um centro cultural ou almoçar num restaurante novo. Se for a primeira vez na cidade, aposte nos principais pontos. Dá para se aventurar por conta própria ou comprar uma das excursões oferecidas nas paradas. Gostou do destino? Volte depois para se aprofundar.

http://turismo.ig.com.br/cruzeiros/2012-09-11/o-que-e-preciso-saber-sobre-uma-viagem-de-navio.html

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

De museus a feiras de rua, veja cinco programas gratuitos em Londres.

Maioria dos museus da capital britânica não cobra ingresso.
Área verde com vista para cartões-postais da cidade está entre as dicas.

Da Associated Press 
 
Interior do British Museum, em Londres (Foto: Sang Tan/AP)
Interior do British Museum, em Londres (Foto: Sang Tan/AP)
Não há como fugir: o dia a dia é caro em Londres. Os preços de hotéis, táxis, refeições em restaurantes e bilhetes de metrô na capital britânica estão entre os mais elevados do mundo.
A boa notícia é que a cidade é também um lugar cheio de riquezas culturais, prédios históricos e belos parques gratuitos. É também um lugar perfeito para caminhar por aí, onde não chove tanto quanto as pessoas pensam.

British Museum, em Londres; famoso museu da cidade não cobra entrada (Foto: Sang Tan/AP)
British Museum, em Londres; famoso museu da
cidade não cobra entrada (Foto: Sang Tan/AP)
Museus e mais museus
Muitos visitantes ficam surpresos quando sabem que a entrada na maioria dos museus e galerias de arte de Londres é gratuita. Normalmente é preciso pagar um preço extra para ir a exposições especiais, mas as coleções permanentes de instituições famosas como Tate Modern ou National Gallery podem ser visitadas sem pagar nada.
Também é gratuita a entrada para o imperdível British Museum. A instituição de 260 anos tem uma coleção que cobre milênios de cultura humana, das múmias do Egito aos frisos gregos e desenhos de Leonardo da Vinci.
Entre as atrações menores e mais curiosas está o Hunterian Museum, cujos esqueletos traçam a história dos estudos cirúrgicos e anatômicos. Também dá para ir sem pagar nada ao Bank of England Museum, onde é possível aprender como a inflação é calculada ou segurar uma barra de ouro, por exemplo.

A área verde de Hampstead Heath tem uma bonita vista da cidade (Foto: David Azia/AP)
A área verde de Hampstead Heath tem uma
bonita vista da cidade (Foto: David Azia/AP)
Um refúgio com vista para a metrópole
Um dos melhores lugares para ter uma boa vista da cidade é o Parliament Hill, em Hampstead Heath, no norte de Londres.

Vá até o topo dessa área verde para ver do alto ícones como a Catedral de St. Paul, a roda-gigante London Eye, os modernos arranha-céus do distrito financeiro e o Shard, prédio de 72 andares que acaba de ser incorporado ao “skyline” da cidade.
Caminhar por essa área de 320 hectares de pastos e lagoas faz com que o turista se sinta muito longe da metrópole.  Os prósperos bairros vizinhos, Hampstead e Highgate, estão cheios de belas casas antigas e alguns bons pubs. Para beber, vá ao aconchegante Holly Bush, em Hampstead, ou Spaniards Inn, que tem 400 anos de idade.

Loja da Columbia Road, rua de East London, em Londres (Foto: Sang Tan/AP)
Loja da Columbia Road, rua de East London
(Foto: Sang Tan/AP)
Domingo moderno no East End Se você quer ver por que Londres é conhecida como a cidade que dita tendências, vá ao East End em uma manhã de domingo. Comece no mercado de flores Columbia Road Flower Market.
O tradicional mercado de rua é um imã para estudantes, hipsters e fashionistas.
Perto dali, a área em torno de Shoreditch High Street e Brick Lane tem lojas de roupas independentes, cafés e um grande mercado de roupas e artesanato no domingo.
 
Casas de leilão
Poucas pessoas podem comprar uma obra-prima na Christie's ou na Sotheby's, mas essas famosas casas de leilão valem a visita para os amantes das artes. Ambas organizam regularmente exibições públicas antes das vendas das obras, em suas sedes no centro de Londres.

As paredes dos ambientes calmos e frescos ficam cheias de arte, e podem ter Rembrandts ou Picassos, Francis Bacons ou Damien Hirsts. Observar os compradores pode ser tão divertido quanto ver as obras.

Cemitério de Abney Park, em Londres (Foto: Sang Tan/AP)
Cemitério de Abney Park (Foto: Sang Tan/AP)
Cemitérios
O mais famoso cemitério histórico de Londres não é gratuito: para ver túmulos de personalidades como Karl Marx no Highgate Cemetery, é preciso desembolsar algumas libras.
Mas dá para entrar sem pagar nada no Abney Park Cemetery, um esplêndido (e assustador) cemitério cheio de monumentos decadentes e um capela em ruinas. William e Catherine Booth, fundadores do Exército da Salvação, estão enterrados lá.
Bem no distrito financeiro, no centro da cidade, fica Bunhill Fields, que serviu de cemitério para dissidentes religiosos desde o século 17. Agora é um pequeno oásis para funcionários almoçarem e o local onde foram enterrados o autor de "Robinson Crusoe", Daniel Defoe, e o poeta William Blake.

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/11/de-museus-feiras-de-rua-veja-cinco-programas-gratuitos-em-londres.html

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Veja 10 destinos para estudar inglês no exterior com poucos brasileiros.

Associação de agências de intercâmbio fez levantamento a pedido do G1.
Há cidades de neve, praia, mais ou menos urbana; confira lista.

Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo
 
Belfest, Mata, Whistler e Edimburgo  (Foto: (Gerry Lynch/ Creative Commons/ Erik1980/ Creative Commons/ Mike Crane/Tourism Whistler/ Maccoinnich/ Creative Commons))
Acima: Belfest (Irlanda do Norte) e St Julian´s (Mata); abaixo: Whistler (Canadá) e Edimburgo (Escócia)
(Foto: Gerry Lynch/ Creative Commons/ Erik1980/ Creative Commons/ Mike Crane/Tourism Whistler/ Maccoinnich/ Creative Commons)
As cidades sugeridas pela Belta têm em comum o fato de serem menos populosas, terem clima predominante frio na maior parte do ano (o que acaba sendo um fator que não atrai brasileiros) e oferecem opção de lazer como esporte ou diversão noturna. Outra característica vantajosa é que elas estão entre duas a quatro horas de distância de capitais ou cidades mais famosas.
É preciso saber que escolher destinos com este perfil, no entanto, tem suas desvantagens. “Não são locais fortes para turismo e isso exige uma adaptação maior até pela diferença climática. O aluno pode 'enjoar' em algum momento”, afirma Albuquerque.
A recomendação do tempo mínimo de intercâmbio é de seis meses. Porém, segundo o diretor da Belta, um mês já traz um resultado dependendo da dedicação do aluno. “Ao fazer uma imersão, o estudante acelera o aprendizado. Um mês de aulas no exterior equivale a 10 meses no Brasil. É um bom avanço, mas não há milagre.”
Nem sempre os preços de intercâmbios para destinos menos conhecidos saem mais em conta em relação aos roteiros tradicionais. O que ocorre, segundo o diretor da Belta, é que as escolas nessas cidades prezam pelo mix de nacionalidades entre os alunos e podem até oferecer descontos para os brasileiros, em alguns casos.

Veja os destinos sugeridos pela Belta:
1) Adelaide, na Austrália
A cidade possui cerca de 1,5 milhão de habitantes e recebe muitos estudantes estrangeiros, a maioria chineses, coreanos e alemães. Possui clima ensolarado praticamente o ano inteiro, praias de areia branca, mais de 700 restaurantes e bares concentrados principalmente na Victoria Square. Também é uma região conhecida por suas vinícolas.


Museu em Adelaide (Foto: The Art Archive/ Global Book Publishing)
Museu em Adelaide (Foto: The Art Archive/ Global Book Publishing)
2) Belfast, na Irlanda do Norte É um destino que concilia passeios pela natureza com tour em cidades históricas.
A cidade está localizada na costa leste da Irlanda do Norte, um local cheio de colinas. Em Belfast existem mais de 20 km² de parques e reservas naturais, entre 11 parques centrais. Em muitos desses parques estão localizadas as principais atrações como o Belfast Castle, a Malone House e a Palm House, que fica no Jardim Botânico.


Belfast está na costa leste da Irlanda do Norte (Foto: Paul Faith/ AFP)
Belfast está na costa leste da Irlanda do Norte (Foto: Paul Faith/ AFP)
3) Christchurch, na Nova Zelândia
Com 380 mil habitantes, é a terceira maior cidade da Nova Zelândia, que passou a ser conhecida como “Cidade Jardim”. Isso porque os moradores realizam competições entre os bairros da cidade para eleger as flores mais bonitas. É repleta de prédios neogóticos, igrejas restauradas, cafés na calçada, bondinhos, boutiques famosas, parques e cursos de golfe. Durante o ano todo acontecem festivais de música, artes, exposições, entre outros.

Jardim Botânico em Christchurch, na Nova Zelândia (Foto: Robert Harding/ AFP)
Jardim Botânico em Christchurch, na Nova Zelândia (Foto: Robert Harding/ AFP)
4) Edimburgo, na Escócia
Parte do Reino Unido, a Escócia é conhecida por ser a terra do uísque e das saias kilt (escocesas). Com 500 mil habitantes, a cidade é a segunda mais populosa do país e recebe o mais importante festival de cultura do mundo: o Festival de Edimburgo. Concentra castelos que são algumas das mais belas paisagens do Reino Unido.


Castelo de Edimburgo, na Escócia (Foto: The Art Archive / John Meek)
Castelo de Edimburgo, na Escócia (Foto: The Art Archive/John Meek)
5) Galway, na Irlanda
Situada na costa oeste atlântica, Galway é uma cidade de 70 mil habitantes, que fica a 2 horas de Dublin. É uma espécie de "cidade universitária" que reúne estudantes do mundo todo. Um dos lugares mais agitados de Galway é o “Latin Quarter”. Possui ótimas conexões de transporte público inclusive desde o aeroporto de Dublin.


Prefeitura de Galway (Foto: Paul Faith/ AFP)
Prefeitura de Galway (Foto: Paul Faith/ AFP)
6) Jeffreys Bay, na África do Sul
Cidade de praia e surfe. Jeffrey’s Bay é palco de uma etapa do circuito mundial do surfe profissional desde os anos 80, o que tem contribuído para a divulgação do local. Tem 27 mil habitantes e fica localizada nas proximidades de Porth Elizabeth, na província de Eastern Cape. Passou a ser chamada de J-Bay por turistas e moradores locais.


Kelly Slater depois de vencer o campeonato de surfe em 2008, em Jeffreys Bay (Foto: Kelly Cestari/ AFP )
Kelly Slater depois de vencer o campeonato de surfe em 2008, em Jeffreys Bay (Foto: Kelly Cestari/ AFP )
7) Liverpool, na Inglaterra
Se tornou uma cidade turística famosa por ter sido o berço dos Beatles. Os estudantes têm a chance de frequentar os lugares em que a banda passou ou até mesmo as casas em que viveram. De Liverpool é possível chegar em Londres em até 2h30 em uma viagem de trem.

Liverpool ficou conhecida como a cidade dos Beatles  (Foto: The Art Archive / Jarrold Publishing)
Liverpool ficou conhecida como a cidade dos Beatles (Foto: The Art Archive / Jarrold Publishing)
8) Seattle, nos Estados Unidos
É um importante centro da indústria aeroespacial e da tecnologia da informação. Em Seatte, os estudantes têm bastante contato com arte e cultura. Entre os pontos turísticos estão o Pacific Science Center e Museu da Aviação, considerado o maior museu aeronáutico privado do mundo, o mercadão Pike Place Market e o Seattle Aquarium. Também é possível participar de festivais de músicas e arte regionais ou assistir jogos de futebol, basquete e beisebol de times americanos.


Vista noturna de Seattle com o Obelisco Espacial  (Foto: The Art Archive / Global Book Publishing)
Vista noturna de Seattle com o Obelisco Espacial (Foto: The Art Archive / Global Book Publishing)
9) St Julian´s, em Malta
O arquipélago maltês faz parte do continente europeu, e fica entre a Itália, o Egito e a Grécia e, portanto, possui influências culturais, linguísticas e arquitetônicas desses três países. Possui apenas 10 mil habitantes e pode ser considerado um museu a céu aberto, por conta de suas torres medievais, capelas de beira de estrada e as mais antigas estruturas humanas conhecidas no mundo. Possui ilhas de água transparente.


Casal em frente ao Mar Mediterrâneo em St Julians, em Malta (Foto: Frédéric Soreau/ AFP)
Casal em frente ao Mar Mediterrâneo em St Julians, em Malta (Foto: Frédéric Soreau/ AFP)
10) Whistler, no Canadá
Cidade de 10 mil habitantes que sediou as Olimpíadas de Inverno e fica a duas horas de Vancouver. Possui uma das mais cobiçadas estações da América do Norte, por conta da temporada de neve. A cidade é charmosa, tem diversos restaurantes, hotéis e bares e atraí dois milhões de turistas por ano. Durante o inverno, o estudante pode fazer cursos combinados com esqui ou snow-board. E nos meses de verão, além das aulas de inglês, passeios de mountain bike, trilhas para observação de animais e prática de golfe.


Trilha em Whistler: local já sediou as Olimpíadas de Inverno (Foto: Mike Crane/Tourism Whistler)
Trilha em Whistler: local já sediou as Olimpíadas de Inverno (Foto: Mike Crane/Tourism Whistler)
Optar por um curso de inglês no exterior num lugar com muitos brasileiros pode colocar em risco a eficácia do intercâmbio, já que o estudante pode cair na tentação de fazer amizade com os conterrâneos e "esquecer" o propósito inicial da viagem. A Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta) fez um levantamento, a pedido do G1, de dez destinos para estudar inglês em cidades pouco frequentadas por brasileiros, mas que oferecem opção de lazer (veja nomes abaixo). A Belta ouviu 15 agências de intercâmbio associadas.
“Quando o local possui muitos brasileiros se exige mais disciplina do intercambista. Quanto menos brasileiros, maior a produtividade, porque o aprendizado ocorre de forma mais intensa e há mais contato com a população local”, diz Marcelo Albuquerque, diretor financeiro da Belta.

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/07/veja-10-destinos-para-estudar-ingles-no-exterior-com-poucos-brasileiros.html

quarta-feira, 30 de julho de 2014

As 10 cidades da Europa em que a hospedagem é mais barata.

Pesquisa feita pelo Mundi elencou os destinos com a média de preço de hotéis mais baratos; Porto, em Portugal é a mais barata e Veneza, na Itália, a mais cara.

Natália Natarelli, de EXAME.com

Vista da cidade do Porto, em Portugal, do município vizinho de Gaia
Porto, em Portugal, foi a cidade com média de hospedagem mais barata no ranking
São Paulo – Depois da escolha do destino da viagem vem o segundo passo, talvez até mais difícil: escolher o hotel. Para facilitar esse planejamento, uma pesquisa feita pelo site de turismo Mundi, especializado em comparar preços de passagens e hotéis, elencou os 10 destinos da Europa que possuem a hospedagem mais barata para a temporada de agosto a setembro.

A pesquisa, divulgada nesta semana, foi feita em duas etapas. Primeiro, o Mundi fez um levantamento de quais foram as cidades mais procuradas pelos usuários do site entre junho e julho para viagens entre 1 de agosto e 30 de setembro deste ano.
Uma vez com essa lista, o segundo passo consistiu em levantar os preços das diárias de hotéis entre 3 e 4 estrelas em cada destino, que são a maior parte da rede hoteleira.
O levantamento não computou os albergues e hotéis 2 estrelas, porque isso diminuiria muito os valores médios em cada cidade, e nem os hotéis 5 estrelas e de luxo, que elevariam a média.

Com os valores das diárias, foi possível realizar uma média e comparar os índices das cidades para descobrir os 10 destinos mais procurados na Europa com os preços médios de hospedagem mais baratos.
A cidade do Porto, em Portugal, foi a mais barata, com média de R$ 185,87, e Veneza na Itália foi a mais cara, com preço médio de R$ 670,81. Confira as demais cidades do ranking:

10 cidades com a média de diárias de hotéis mais barata na Europa
http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/10-cidades-da-europa-em-que-a-hospedagem-e-mais-barata

terça-feira, 29 de julho de 2014

Como alugar um carro durante as férias.
 
Por Mônica Cardoso, especial para o iG São Paulo 
 
Se você é um motorista de primeira viagem e está cheio de dúvidas, veja o que precisa fazer para alugar um veículo

Viajar de carro é uma delícia! Mas é preciso cuidados na hora de alugar um veículo

Durante a viagem, você quer dar uma esticada até uma cidade vizinha. Ou conhecer aquela praia que fica um pouquinho mais longe sem se preocupar com o horário de voltar. Ou ainda, sentir o gostinho de dirigir em países que seguem a mão direita, como a Inglaterra e o Japão. Nessas horas, a melhor opção é alugar um veículo.


O aluguel de veículos é uma mão na roda para dar aquela esticadinha sem se preocupar com o horário de voltar
Mas uma série de dúvidas pode surgir para os motoristas de primeira viagem. Preciso de algum documento para dirigir no exterior? E se tiver algum problema com o veículo? Para ajudá-lo a pegar a estrada tranquilo, conversamos com as principais locadoras de veículos.

1. Devo alugar o veículo antes da viagem?
Além de ganhar tempo alugando o carro antes da viagem, os preços costumam ser menores se você fizer a reserva com antecedência. Outra vantagem é garantir o tipo de veículo que deseja, já que a procura é maior no período de férias escolares e feriados prolongados. Veja as promoções oferecidas por cada locadora, que fazem convênios com companhias aéreas, hotéis, empresas de cartões de crédito e seguradoras.


2. Qual a idade mínima para alugar um veículo?
No Brasil, a idade mínima é de 21 anos, com carteira de habilitação emitida há mais de dois anos. Em alguns países, se você tiver entre 21 e 25 anos, é preciso alugar o veículo antes de sair para a viagem.


3. Quais os documentos necessários?
A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é válida em mais de 130 países. Mas alguns países também exigem a Permissão Internacional para Dirigir (PID), emitida pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Na Europa, a PID é obrigatória na Itália, Áustria e Grécia. O Canadá e alguns éstados dos Estados Unidos também exigem a PID.

Em países da América do Sul, como Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai, além da PID, você deve comprar o seguro Carta Verde, que cobre danos pessoais e materiais causados a terceiros. Ele é vendido nas seguintes seguradoras: Allianz Seguros, Bradesco, HDI Seguros, HSBC Seguros, Porto Seguro e Sul América.

4. Como faço para emitir a Permissão Internacional para Dirigir (PID)?
Você deve preencher o requerimento do documento em duas vias, levar a cópia da sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) - deve estar dentro do prazo de validade -, e pagar uma taxa, que varia de acordo com o Detran de cada Estado. Por exemplo, em São Paulo, o valor da taxa é de R$ 191,95.


5. Posso alugar o veículo em uma cidade e devolvê-lo em outra?
A princípio sim, mas as locadoras cobram uma taxa por conta do traslado do automóvel, quando a devolução não ocorre na mesma cidade.

A Hertz e a Movida, por exemplo, não cobram nada se a devolução for na mesma cidade, em qualquer parte do Brasil – o que ajuda bastante já que alguns aeroportos como o de Cumbica, em São Paulo, e o Galeão, no Rio, ficam longe do centro. Na Avis, se você estiver na França e Espanha, é possível retirar o veículo em uma loja e devolver em outra do mesmo país.

6. O que está incluído no valor da diária?
O valor da diária varia de acordo com o modelo do carro escolhido. As locadoras oferecem diferentes tipos de planos. Cada um deles conta com um tipo diferente de cobertura de riscos, que cobrem o carro alugado, danos corporais, danos materiais e danos morais a terceiros. O valor da diária também costuma incluir as taxa de serviço, taxas locais e impostos governamentais. Há também a opção de alugar o carro sem seguro, embora não seja recomendado. Esta última opção costuma ser escolhida por pessoas que já possuem seguros inclusos no cartão de crédito ou nas apólices internacionais. A tarifa também muda dependendo da escolha por aluguel com quilometragem livre ou com quilometragem controlada.

7. Quais os custos adicionais na hora de alugar um carro?
Na hora de alugar um carro, há também outros custos extras que são opcionais. Cobra-se, por exemplo, uma taxa diária para cada motorista adicional. Pode-se também optar pelo aluguel de GPS, cadeirinha para criança, entre outros. Há também uma taxa para devolver o carro em um local diferente do da retirada. Atrasos também são penalizados e cobra-se por hora adicional. 

8. Preciso abastecer o carro antes de devolver?
A regra geral das locadoras é entregar o carro com tanque cheio e o cliente devolver com o tanque cheio. Neste caso, não será cobrado nada extra ao final. Caso se esqueça de encher o tanque ou não tenha tempo de reabastecer, a locadora cobrará o combustível com base em uma tabela própria, muito mais cara do que o valor cobrado nos postos de gasolina.
Alguma empresas, no entanto, dão a opção de você pagar antecipadamente o combustível, ou oferecem planos de locação "all inclusive", que desobrigam o cliente de devolver com o tanque cheio.

9. O que faço em caso de problemas com o veículo, como pane elétrica ou defeito mecânico?
Você deve ligar para a central de atendimento da locadora para relatar o problema. Algumas locadoras substituem o veículo sem acréscimo de taxas e enviam guinchos e assistência mecânica ao local. Também é possível adquirir proteções adicionais no momento da locação. As tarifas variam de acordo com a cobertura e o modelo do veículo.

10. O que acontece em caso de acidentes de trânsito, furto e roubo do veículo?
Ligue para a central de atendimento da locadora e registre um boletim de ocorrência na delegacia em, no máximo, 48 horas. Quando for alugar o veículo, você também pode adquirir coberturas adicionais contra terceiros, acidentes pessoais, furto, roubo e incêndio. As tarifas variam de acordo com as seguradoras. Assim como nos seguros convencionais de carros próprios, existem as franquias. Se ocorrer algum dano muito sério, o valor máximo a ser pago será o da franquia.

11. Qual o valor da diária para alugar um veículo no Brasil?
As tarifas variam bastante, dependendo do tipo de veículo, da cidade, das proteções adicionais de seguro e dos opcionais inclusos como cadeirinha de bebê e GPS. Para exemplificar, a diária de modelos básicos custa a partir de R$ 39 na Hertz e R$ 39,90 na Localiza (para planos com quilometragem controlada e sem seguro incluso). Na Mobility é de R$ 86,90 e na Movida, a diária média é de R$ 89 (ambas com quilometragem livre, proteção e taxas inclusas).

12. Como funciona o pagamento dos pedágios?
O motorista deve sempre pagar os pedágios. Em alguns países, no entanto, algumas locadoras equipam os carros com mecanismos free flow, uma espécie de Sem Parar no Brasil, que permite que você passe livremente, cobrando os débitos posteriormente no cartão.

Empresas consultadas:
Avis
0800-725-2847


Hertz
0800-701-7300


Localiza
0800-979-2000


LocarAlpha
0800-722-1176


Mobility
0800-016-0525


Movida
0800-606-8686


http://turismo.ig.com.br/manual-do-viajante/dicas/como-alugar-um-carro-durante-as-ferias/n1597387541090.html

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Devo fazer um seguro viagem?

Saiba porque e como fazer uma apólice antes de viajar


Tatiana Gerasimenko, especial para o iG 

 

Previna-se de dores de cabeça no exterior
A ideia era partir de Londres rumo a Stratford-upon-Avon, na Inglaterra, para assistir a um espetáculo do Rei Lear. “No trem, arranhei a córnea ao coçar o olho”, conta o gerente de produtos Carlos Campos de Souza. Mas ele precisava aproveitar ao máximo o passeio porque na manhã do dia seguinte deixaria a cidade.

“Fiz de conta que nada aconteceu e fui ver a casa onde Shakespeare nasceu, sua tumba, a casa da filha... E o meu olho foi fechando e doendo cada vez mais, até chegar ao ponto em que eu não podia ficar com ele nem aberto nem fechado”. Na hora da peça, só lágrimas – não por conta da encenação, mas em função do machucado.

Em casa, a maioria das pessoas saberia o que fazer diante de uma situação parecida. Mas em terras distantes, cuidados indispensáveis de última hora podem depender de preparativos organizados antes, como o seguro viagem. “Ao sair da peça, telefonei para o seguro e eles me indicaram um hospital”, explica Souza. “Chegando lá, não precisei do seguro: a recepcionista me explicou que, estando na Inglaterra, eu receberia atendimento de qualquer maneira. Mas e se eu estivesse na Hungria?”, brinca ele, que, ao menos, foi reembolsado pelas ligações feitas até resolver o problema.
 

Contratando um seguro viagem
Há vários tipos de seguro viagem. Geralmente, quando o pacote está pronto, a empresa já inclui o melhor tipo de seguro. Mas quem vai contratar o seguro por conta, precisa ver qual o mais adequado a sua viagem. “Há seguros específicos para viagens marítimas, para quem vai praticar esqui, para a Europa, seguro estudante, entre outros”, explica Kadu Silva, sócio-proprietário da agência de viagens Maia Tour.

Em geral, o seguro viagem cobre despesas de atendimento médico, no Brasil e no exterior, e opções como adiantamento para assistência jurídica, ressarcimento por perda de bagagem ou documentos e cancelamento de viagem. “Os serviços podem incluir auxílio para casos como falecimento ou a necessidade de enviar outra pessoa, como um parente, até o local do assegurado”, ressalta Silva. Ele mesmo já teve casos em que a pessoa comprou o pacote e teve que cancelar porque ficou doente, e o seguro cobriu parcialmente a viagem ao reembolsar as multas cobradas pela operadora.
Antes de buscar um seguro viagem, no entanto, é importante verificar se o próprio cartão de crédito utilizado para comprar as passagens aéreas não oferece o serviço. Muitos planos cobrem gastos com acidentes, isentando o cliente da necessidade de uma contratação extra. Em alguns casos, informações como a idade do cliente e a data da viagem são requeridas. Portanto, a melhor coisa a se fazer é entrar em contato com a central de atendimento do cartão para se informar antes de viajar.

Antes de contratar um seguro viagem, veja se seu cartão de crédito já não inclui o serviço

Caso este não seja o caso, o viajante deve saber que a escolha de uma seguradora é pessoal. A contratação do seguro viagem, se feita independentemente de uma agência de turismo, pode ser realizada via internet com rapidez e eficiência. Boa parte das empresas aceita o pagamento efetuado com cartão de crédito ou boleto bancário. Vouchers são emitidos como garantia e enviados por e-mail ou pelo correio.

Antes de efetivar o contrato, a dica é ler com atenção suas cláusulas. O contratante deve estar ciente das responsabilidades de ambas as partes, evitando constrangimentos futuros. “O mais importante é verificar a cobertura que o seguro oferece e como entrar em contato, caso precise”, explica Silva. “Quando a viagem é para a Europa, por exemplo, informamos o cliente de que geralmente a Polícia Federal pede o seguro viagem, e ele é obrigatório para entrar lá”.
 

Utilizando o seguro viagem

Certifique-se de que seu seguro viagem cobre os países pelos quais você passará
Certificar-se de que a comunicação entre os operadores da seguradora e o viajante seja realizada na língua de origem do contratante pode facilitar o encaminhamento de medidas destinadas a solucionar um problema ocorrido em um momento de maior sensibilidade ao estresse. “Dependendo do serviço, a pessoa pode até ligar para as centrais do seguro no Brasil, a cobrar”, diz Silva. Por isso, a maioria das seguradoras fornece uma lista de telefones para situações de emergência.
Outro item importante a ser verificado trata da localização da cobertura do seguro. Muitas regiões ou países podem não estar dentro da área de contato direto com a seguradora. Neste caso, ela deve fornecer ao viajante telefones de seus representantes para contato, antes do embarque.
O seguro viagem deve cobrir as despesas asseguradas e realizadas durante todo o período da viagem – não importando a localização da ocorrência. No entanto, o viajante deixa de usufruí-lo no momento em que pisar no solo de origem.

A estudante de jornalismo Fernanda Burzaca ficou doente durante sua viagem de intercâmbio a Vancouver, no Canadá. Apesar de ter recebido do seguro as indicações de hospitais e clínicas onde poderia ser examinada, preferiu a comodidade de ser atendida por um médico próximo da casa onde estava hospedada. “A consulta custou US$ 110 e o remédio US$ 40”, conta. “Recebi o reembolso no Brasil, sem problemas.” Tudo deu certo porque ela se lembrou de guardar os comprovantes de gastos efetuados lá fora. Dependendo do plano, Fernanda poderia ainda receber a visita de um médico.
 

Exigência do seguro viagem
Os países europeus inclusos no Tratado de Schengen – Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça – estabelecem a obrigatoriedade de seguro viagem para visitantes provenientes de todas as partes do mundo.
Kadu Silva diz que 90% dos clientes não fazem o seguro viagem para viagens no Brasil, porque acreditam estar seguros com o próprio convênio médico. Mas 70% das pessoas que viajam para fora pedem o serviço. “Oferecemos para todas as pessoas que vão ao exterior, porque sempre pode acontecer algo – de um resfriado a internações – e a assistência médica em outros países é muito cara”. Segundo ele, cerca de 5% dos viajantes acaba recorrendo a um ou outro serviço.
 
Os valores assegurados são destinados para cobertura de atendimentos médicos e repatriação. O teto mínimo para o seguro varia conforme o país. Espanha, Itália e Portugal exigem apenas um montante em dinheiro, ou travelers cheques, e uma declaração de beneficiário do ISS para brasileiros. A declaração pode ser obtida em escritórios deste órgão público antes de viajar. Países como a França e Alemanha, no entanto, exigem do viajante uma cobertura mínima do seguro de saúde de 30 mil euros – comprovada por meio de comprovantes na imigração.

http://turismo.ig.com.br/manual-do-viajante/dicas/devo-fazer-um-seguro-viagem/n1597221728229.html