segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Outubro é mês de festa da cerveja no Brasil e paisagem outonal em NY.
 
Do UOL, em São Paulo

O dólar caríssimo está proibindo qualquer tentativa de passeio no exterior? Se você tem um tempo para viajar em outubro e está sem condições de sair do país, saiba que, neste mês, o Brasil está recheado de atrações turísticas: nas próximas semanas, a Oktoberfest vai agitar Santa Catarina e, no Nordeste, diversos destinos ainda se encontram na baixa temporada, oferecendo preços mais em conta do que aqueles praticados no alto verão. 
Por outro lado, se a cotação da moeda americana não afeta muito o seu bolso, diversas jornadas ao exterior valem a pena: em Nova York, as paisagens começam a ficar tingidas com as românticas cores do outono e, se a intenção é ir mais longe, a Ásia é um lugar que estará cheio de festas até o final de outubro.
Abaixo, veja dez sugestões de lugares atrativos para viagens neste mês:
 
Outono em Nova York
Getty Images 

O lado fotogênico de Nova York atinge seu ápice em outubro, quando diversas áreas arborizadas da cidade começam a ganhar as lindas tonalidades do outono. É a época em que diversos filmes românticos são gravados na Big Apple e em que diversos turistas se deleitam em ruas e parques cobertos pela folhagem ocre que marca o horizonte. Entre os melhores lugares para presenciar o fenômeno estão os parques Bloomingdale Park, Alley Pond Park, o Fort Tryon Park, o Greenbelt e, lógico, o famoso e tradicional Central Park.
 
Praias da Turquia
Getty Images


O dólar está nas alturas, mas, se você quiser fazer de qualquer jeito uma viagem ao exterior, pense na Turquia: o país, com seu custo de vida mais baixo do que Europa e Estados Unidos, pode ser uma boa opção – principalmente se você estiver atrás de cultura e praia. Em Istambul, neste mês, o clima fica menos quente e perfeito para longas caminhadas entre mesquitas, monumentos bizantinos e o estreito de Bósforo. E, se a intenção for pular no mar, é só se dirigir para algum dos muitos balneários paradisíacos do país, como Bodrum (na foto) ou Oludeniz, que, em outubro, ainda tendem a ter clima para curtir uma praia.
 
Festival literário em Bali
Getty Images


Com lindas praias e ondas perfeitas para o surfe, Bali fica ainda mais interessante em outubro. Neste mês, entre o dia 28 e o 1º de novembro, será realizado na ilha indonésia o Ubud Writers and Readers Festival, um dos mais importantes festivais literários da Ásia. Serão 165 autores de 25 países diferentes, realizando um evento que traz animação e festas para diversas localidades de Bali e que com certeza irão animar ainda mais a viagem do turista. As discussões literárias com escritores como Michael Chabon (vencedor do Prêmio Pulitzer) e Christina Lamb (coautora do livro "Eu Sou Malala") serão um dos pontos altos da festa. 
 
Safári no Zâmbia
Getty Images


Outubro marca o final do período de seca no Zâmbia e é uma das melhores épocas para fazer um safári no país africano. Com as fontes de água escassas, é mais fácil ver animais como leões e elefantes se reunindo aos montes em rios para buscar alimento. O clima, nesta época, ainda não atinge picos de calor, o que possibilita incursões ao mundo selvagem sem muito suor. Um dos melhores lugares para fazer um safári no Zâmbia é o South Luangwa National Park, uma paraíso para turistas que gostam de observar a natureza de perto.
 
Fogos de artifício na Coreia do Sul
Getty Images


A Coreia do Sul, e principalmente sua pulsante capital Seul, são destinos cada vez mais populares entre turistas do mundo inteiro. Uma visita ao país em outubro, porém, não pode negligenciar Busan, a segunda maior cidade na nação asiática. Neste mês, mais precisamente entre os dias 23 e 24 de outubro, será realizado no local o Busan Fireworks Festival, um dos maiores e mais fascinantes festivais de fogos de artifício do mundo, que vão explodir sobre a linda ponte Gwangan. Mais de um milhão de pessoas são esperadas para o evento, que também vai abrigar diversos shows musicais de Korean Pop: espere ouvir algumas versões de "Opa Gangnam Style".
 
Natureza em Galápagos
Wikimedia Commons/Wikipedia


Outubro é um dos melhores meses para dar uma de Charles Darwin e viajar para Galápagos para entrar em contato com a natureza única e exuberante do arquipélago equatoriano. Neste mês, a época das chuvas ainda não chegou ao destino, além de ser um dos melhores momentos para observar as aves que habitam nas ilhas. Em outubro o número de turistas (que visitam o arquipélago aos montes em outras épocas) também tende a diminuir, deixando mais espaço para o viajante curtir a natureza local com mais paz e calma.

Oktoberfest brasileira

Jandyr Nascimento/ UOL


A Oktoberfest de Munique já começou, mas é em outubro que tem início a versão brasileira mais famosa do festejo cervejeiro alemão. Entre os dias 7 e 25 de outubro é realizada a Oktoberfest da cidade de Blumenau, em Santa Catarina, que todos os anos reúne milhões de boêmios do Brasil inteiro para baladas regadas a muita cevada. Espere encontrar diversos shows de música folclórica alemã, vestimentas típicas da Bavária e, também, um clima de muita paquera, tudo cercado pela atmosférica Vila Germânica de Blumenau, uma área com mais de 26 mil metros quadrados e diversas construções que lembram a Alemanha.
 
Nordeste
Getty Images


Outubro ainda é considerado oficialmente pelo Ministério do Turismo como baixa temporada em diversos lugares do Brasil. O Nordeste, por exemplo, tem clima propício para pegar uma praia e ainda oferece preços mais baixos dos que serão encontrados mais para o fim do ano. De acordo com o Ministério do Turismo, é possível encontrar pacotes até 50% mais baratos do que na alta temporada. Fortaleza, Porto de Galinhas, Maceió, Natal e Porto Seguro (na foto) são alguns dos populares destinos do Nordeste onde ainda é possível encontrar algum desconto.
 
Música em Gramado
Reinaldo Canato/UOL


Se a intenção for curtir as paisagens do sul do Brasil, as terras gaúchas são uma época interessante para outubro. Entre os dias 18 a 22 deste mês será realizado na cidade de Canela, no Rio Grande do Sul, o Festival Nacional da Música, um dos principais eventos musicais do país. Já estão confirmados shows de artistas capazes de agradar a todos os gostos, como Nando Reis (na foto), Detonautas, o pianista Arthur Moreira Lima, Rappin Hood e Fafá de Belém.
 
Praias do Sudeste
Guilherme Andrade/UOL


Se há um tempo livre para realizar uma viagem e o dólar nas alturas assusta, por que não escolher como destino uma das lindas praias que pontuam o litoral paulista? Opções não faltam: há desde o eterno agito jovem de Maresias até o clima de isolamento, perfeito para casais e famílias, de diversas praias de Ilhabela. Ubatuba também é um destino de intermináveis praias selvagens, unidas a um centro urbano que oferece excelentes restaurantes, um bom aquário municipal e uma sede do Projeto Tamar, onde é possível ver tartarugas-marinhas de perto. E, em outubro, ainda não há as muvucas vistas no verão.

http://viagem.uol.com.br/noticias/2015/10/01/outubro-e-mes-de-festa-da-cerveja-no-brasil-e-paisagem-outonal-em-ny.htm

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Fique atento à diferença entre conexão e escala na hora de reservar seu voo. 

Todos a Bordo - 26/09/2015


Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

A maior parte das pessoas prefere entrar no avião e só desembarcar no destino final. Mas voos com ou sem paradas até o destino costumam ter preços bem diferentes. Por isso, é bom ficar atento aos detalhes para ver o que compensa mais no seu caso em termos de custo e conforto durante a viagem.

A diferença básica entre os voos com paradas no percurso é entre escala e conexão. A escala significa que o avião vai pousar em algum lugar para reabastecer e/ou para a entrada de novos passageiros. Mas quem já está a bordo não precisa desembarcar. Já a conexão prevê troca de avião. Quando há escalas, o número do voo em geral não muda, ao contrário do que ocorre quando há conexão.

As companhias aéreas brasileiras indicam quando o voo é direto e também costumam deixar claro nos detalhes do voo se a mudança de avião é ou não necessária quando há paradas.

Nonstop
Há outra diferença importante a ser observada ao buscar passagens. O termo ‘nonstop’ é bem comum ao se falar de voos diretos. Mas seu significado é diferente de ‘direct flight’, ou voo direto. O voo nonstop de fato não tem paradas até o destino final. O ‘direct flight’ tem escalas e é chamado de direto devido ao número do voo, que não muda.

Fique atento a essas terminologias e aos detalhes do voo que pretende reservar para saber com exatidão qual será seu trajeto até chegar ao destino  – e não comprar gato por lebre. 

http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2015/09/26/fique-atento-a-diferenca-entre-conexao-e-escala-na-hora-de-reservar-seu-voo/

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Atacama.
Belezas naturais fazem do Atacama, extensa área desértica no Chile, um oásis impressionante.
 
Eduardo Vessoni/UOL
O pôr-do-sol na lagoa Tebenquiche é uma das atrações imperdíveis do Atacama Eduardo Vessoni/UOL
O norte do Chile é realmente um lugar de extremos. É a região mais árida do planeta, com o deserto de maior altitude localizado a 2.440 metros, onde as águas das chuvas não passam de 35 milímetros por ano e o solo impermeável lhe garante um aspecto comparado ao de Marte.
A extensa área desértica entre as águas frias do Pacífico e as monumentais cordilheiras dos Andes é o local onde o viajante que busca experiências singulares encontra refúgio sem ter que abrir mão de serviços básicos. Esse esconderijo se chama São Pedro de Atacama, pequeno povoado que serve como base para a exploração da região.
Esta cidade, que ainda guarda costumes dos povos pré-incaicos que deixaram marcas profundas em seu território, era apenas uma localidade escondida do norte do país que mal recebia visitantes estrangeiros. Hoje é um produto chileno consolidado no mercado turístico internacional ao lado de Torres del Paine e Ilha de Páscoa.

Mesmo com tanta fama, a cidade ainda preserva seu ritmo particular, que permite ao visitante um passeio, a passos lentos, por suas ruas estreitas de terra e casas de adobe com telhados de palha. O clima pacato só é quebrado por alguma festa típica do povoado, como o desfile de Santa Rosa em agosto, ou pelas músicas folclóricas tocadas nas peñas da Caracoles, a principal via de circulação.
O Atacama, que na língua cunza significa "cabeceira do país", é marcado historicamente por disputas e dominações anteriores à chegada dos espanhóis. No ano 400 d.C., a sociedade tiwanaku, proveniente do território onde hoje se encontra a Bolívia, impõe-se hierarquicamente sobre o povo atacamenho. O período seguinte (entre os anos 900 e 1450) foi marcado pelo rompimento com aquela civilização e pelos novos conflitos sociais internos. Foi nesse contexto que os incas dominaram a região do Atacama até que fossem dizimados com a chegada dos europeus, em 1535.
Há três formas de se conhecer a região: a tradicional, em que as agências oferecem o mais básico do Atacama como os Vales da Lua e da Morte, além dos gêiseres de El Tatio; o roteiro alternativo, em que as margens do deserto ganham novas dimensões em rotas pouco divulgadas com visitas a petroglifos, povoados de um só habitante e cânions em vales multicoloridos; e a terceira opção, que alia um pouco de cada um dos dois roteiros anteriores.
Seja qual for a escolha, uma imagem será inevitável: o Licancabur, imponente vulcão cônico de 5.916 metros de altura que separa o Chile e a Bolívia. Quanto mais longe se vai, mais se vê esse vulcão onipresente entre os recortes das rochas gigantes que cercam a região.
A montanha é local sagrado desde épocas anteriores à chegada dos colonizadores, quando ali se realizavam sacrifícios com animais. A prática foi proibida pelos espanhóis, mas o vulcão continua atraindo aventureiros até a lagoa que se localiza no seu cume, além de devotos que uma vez ao ano levam oferendas à Pacha Mama pelo que se conquistou naquele período.
É certo que a escalada de oito horas se dá pela Bolívia devido ao terreno ainda minado da época em que o Chile e a Argentina disputavam terras, mas para o Licancabur não existe fronteiras nem guerras. Por isso, ele segue soberano guardando a região. E ainda dizem que o oásis é pura ilusão. Não no deserto do Atacama.

http://viagem.uol.com.br/guia/chile/atacama/index.htm

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Brasil tem 12 dos 25 melhores museus da América do Sul, diz pesquisa.

Do UOL, em São Paulo
 
Renata Gama/UOL
O Instituto Ricardo Brennand ficou na primeira colocação da lista
O Instituto Ricardo Brennand ficou na primeira colocação da lista
O Brasil tem 12 dos 25 melhores museus da América do Sul, afirma uma pesquisa realizada pelo TripAdvisor, um dos principais sites de viagens da internet.
O levantamento se baseou na opinião de milhares de usuários do TripAdvisor que visitaram, e posteriormente avaliaram no site, tais centros culturais. 
No topo da lista dos melhores museus sul-americanos aparece o Instituto Ricardo Brennand, na cidade pernambucana de Recife. Em segundo lugar vem o Instituto Inhotim, em Minas Gerais. E o próximo museu a aparecer no ranking é o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, na quinta colocação. Cinco dos 25 melhores museus da América do Sul estão na capital paulista. 
Também figuram na lista os museus Oscar Niemeyer (em Curitiba), a Pinoteca do Estado de São Paulo e o Museu do Futebol (também em São Paulo). Veja a lista completa do TripAdvisor abaixo:
 
MELHORES MUSEUS DA AMÉRICA DO SUL
1º: Instituto Ricardo Brennand (Recife, Pernambuco)
2º: Instituto Inhotim (Brumadinho, Minas Gerais)
3º: Museu de Arte Latino-Americana (Buenos Aires, Argentina)
4º: Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia)
5º: Museu da Língua Portuguesa (São Paulo, São Paulo)
6º: Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, Paraná)
7º: Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, São Paulo)
8º: Museu Larco (Lima, Peru)
9º: Museu Botero (Bogotá, Colômbia)
10º: Museu do Futebol (São Paulo, São Paulo)
11º: Catavento Cultural e Educacional (São Paulo, São Paulo)
12º: Museu Imperial (Petrópolis, Rio de Janeiro)
13º: Museu de Arqueologia de Alta Montaña (Salta, Argentina)
14º: Museu da Memória e dos Direitos Humanos (Santiago, Chile)
15º: Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
16º: Museu Nacional de Belas Artes (Buenos Aires, Argentina)
17º: MASP (São Paulo, São Paulo)
18º: Museu Cais do Sertão (Recife, Pernambuco)
19º: Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro)
20º: Museu Chileno de Arte Pré-colombiana (Santiago, Chile)
21º: Museu de Colchagua (Santa Cruz, Chile)
22º: Museu Tumbas Reais do Senhor de Sipán (Lambayeque, Peru)
23º: La Capilla del Hombre (Quito, Equador)
24º: Museu Interativo Mirador (Santiago, Chile)
25º: Museu Nacional de Artes Decorativas (Buenos Aires, Argentina)

http://viagem.uol.com.br/noticias/2015/09/22/brasil-tem-12-dos-25-melhores-museus-da-america-do-sul-diz-pesquisa.htm

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Caldas Novas.
Para quem gosta de água, Caldas Novas e Rio Quente são os destinos ideais.

Agetur
Periquitos multicoloridos fazem parte da fauna do Parque Estadual da Serra de Caldas Novas (Pescan) Agetur
Não importa se a procura é por tranquilidade ou aventura, se é criança ou já está na terceira idade, para se divertir em Rio Quente e Caldas Novas só há um pré-requisito: gostar de água. Ela é a maior atração da região e não é à-toa, já que nasce com a agradável temperatura de 37,5°, além de ter propriedades terapêuticas e medicinais.
O médico dr. Ciro Palmerston percebeu o potencial daquelas águas e fundou em 1964 a Pousada do Rio Quente. Hoje o complexo conhecido como Rio Quente Resorts conta com seis hotéis, que juntos somam 1119 quartos, dois parques aquáticos (o Parque das Fontes e o Hot Park), seis toboáguas, 19 piscinas, e a Praia do Cerrado (com direito a areias e ondas de até 1,20 m). É o maior e mais visitado da região, com mais de um milhão de hóspedes por ano.
A 27km dali, Caldas Novas também bebe da mesma fonte. É difícil encontrar na cidade hotéis que não tenha sua própria piscina, escorregador e toboágua abastecidos pelas cálidas nascentes.
Juntas as duas cidades formam a maior estância hidrotermal do mundo, isso graças à proximidade do curso dos lençóis freáticos com as camadas internas da terra, que aquece e pressuriza a água. São aproximadamente 6.228.000 litros por hora, ou quase 150 milhões de litros de água quente por dia.
Com tanta água, a fome é questão de tempo. Não faltam opções para encher a barriga, seja ficando em um dos bares molhados na beira da piscina, ou nos restaurantes dos hotéis ou da bem estruturada cidade de Caldas Novas.
A vida fora d’água também envolve um passeio no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, criado em 1970 para proteger os valiosos mananciais que abriga. Pertinho do centro da cidade, abriga tucanos, pica-paus, o urubu-rei, siriemas, tatus e até o lobo-guará. Do mirante, na parte mais alta, há uma bela vista da cidade e seus parques termais, pra quem já ficou com saudade da água, trilhas sinalizadas levam a duas cachoeiras, mas dessa vez geladas.

http://viagem.uol.com.br/guia/brasil/caldas-novas/

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Dez dicas para fazer viagens tranquilas após os 60 anos de idade.

Do UOL, em São Paul

Viaje sem pressa: você pode e deve curtir um dia de sol na piscina do hotel
Viaje sem pressa: você pode e deve curtir um dia de sol na piscina do hotel
Os idosos brasileiros estão colocando o pé na estrada. Segundo o Ministério do Turismo, pessoas com mais de 60 anos de idade fizeram pelo menos 18 milhões de viagens no ano passado, o que representa um aumento de 11% nos últimos quatro anos.
Os gostos variam. As agências de turismo têm trabalhado com todo tipo de viagem para a terceira idade, entre roteiros culturais, ecológicos e de compras. Não existem restrições, mas é importante tomar alguns cuidados para que a viagem seja aproveitada ao máximo. Confira abaixo dez dicas para viajar sem maiores preocupações.

 

1 - Fuja das datas tumultuadas

Eby Piaskowy, diretora de Marketing da Queensberry Viagens, destaca uma grande vantagem de quem viaja após a aposentadoria: não ter que encarar datas como feriados e férias escolares. "Fora da alta temporada você consegue voos mais tranquilos, as cidades estão mais vazias, há menos filas em museus ou monumentos e os preços são melhores, tanto no transporte aéreo quanto no terrestre", diz ela. Então, vale a pena aproveitar!

 

2 - Faça um bom planejamento

Evite correrias e traslados longos e cansativos com um bom estudo do roteiro. "Nessa idade, não há mais aquela loucura de querer conhecer dez atrações no mesmo dia", diz Eby Piaskowy. O ideal é ficar em cada cidade tempo suficiente para desfrutá-la com calma. Para evitar desgastantes e cansativas trocas de hotel, uma boa alternativa é escolher um local como base e, a partir de lá, fazer pequenos passeios nas redondezas. Um agente de viagem poderá ajudar nessa tarefa.

 

3 - Escolha hotéis bem localizados

Reserve hotéis confortáveis não muito distantes dos principais pontos turísticos e centros comerciais. Para fazer a escolha, busque recomendações de quem já esteve lá. Comodidades como ar-condicionado, banheiro privativo e elevadores podem ser determinantes para o bom aproveitamento da viagem.

 

4 - Respeite seu ritmo

É natural que uma viagem torne os dias mais agitados e cansativos. Mas é preciso estar atento aos limites do corpo. O que não conseguir ver em um dia, deixe para o dia seguinte. Além disso, procure manter alguma regularidade nos horários de sono e refeições.

 

5 - Use roupas confortáveis

Comodidade é fundamental para garantir bem-estar na viagem. "Leve roupas e sapatos confortáveis, evite peças apertadas e dê preferência aos tênis. As mulheres devem evitar sapatos de salto", recomenda Gustavo Johanson, especialista do Ambulatório de Medicina do Viajante da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

 

6 - Previna-se de problemas circulatórios

Viagens com mais de seis horas de duração, sobretudo quando não há paradas (caso das viagens de avião, por exemplo) trazem maior risco para trombose venosa profunda, doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias. O geriatra Paulo Camiz, do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), recomenda movimentar as pernas ao longo da viagem. "Mesmo sentada, a pessoa pode ficar contraindo a panturrilha o máximo possível", explica. Outra medida relativamente simples, diz o médico, é usar meia elástica de média compressão. Pacientes com obesidade ou distúrbios de coagulação sanguínea poderão precisar de medicação anticoagulante para reduzir o risco da doença. Vale consultar um médico.

 

7 - Mantenha-se hidratado

Ande com uma garrafinha de água e vá tomando aos poucos ao longo do dia, sem esperar sentir sede. Segundo o médico Gustavo Johanson, em pessoas com mais de 60 anos de idade o mecanismo da sede não está tão ativo ou tão sensível quanto nos mais jovens. O risco é a desidratação, que pode causar queda de pressão arterial, problemas renais e até confusão mental.

 

8 - Cuidado com temperaturas extremas

"Pessoas com mais de 60 anos lidam mal com extremos de temperatura", alerta o geriatra Paulo Camiz. "Produzem menos calor e sentem menos frio também; então, só vão manifestar os sintomas quando a situação já estiver intensa", explica o médico. No frio, podem sofrer de hipotermia; no calor intenso, podem se desidratar. "Não espere ter o sintoma, antecipe-se a ele. Se sente que vai esfriar, proteja-se logo".

 

9 - Leve seus remédios

Carregue medicamentos de uso contínuo ou habitual, como remédios para hipertensão, diabetes, colesterol alto e problemas cardiológicos. Se for viajar de avião, o ideal é que os medicamentos sigam na bagagem de mão, junto com a prescrição médica. Se for alérgico - especialmente se tiver alguma alergia alimentar - é recomendável levar um antialérgico recomendado pelo médico. Aliás, antes de viajar, o ideal é fazer uma consulta médica preventiva.

 

10 - Faça um seguro de saúde

Se você vai viajar no Brasil e já tem convênio médico, só precisará checar se o seu plano tem abrangência nacional. Porém, se estiver indo para outro país, é importante adquirir um seguro saúde, pois as despesas médicas no exterior podem ser exorbitantes. 
 
http://viagem.uol.com.br/listas/dez-dicas-para-fazer-viagens-tranquilas-apos-os-60-anos-de-idade.htm

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Serra Gaúcha.
Com mesa farta e vinhos, Serra Gaúcha é para quem não tem medo da balança.

Caminhos do Sertão/Divulgação
O Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, conta também com roteiros de bicicletas pelos vinhedos da região Caminhos do Sertão/Divulgação
Independente de qual época for, um roteiro clássico pelas Serras Gaúchas provavelmente vai envolver vinhos, gastronomia farta trazida da Europa e excelente infraestrutura para receber visitantes de todas as regiões do Brasil.
Gramado e Canela têm maior infraestrutura de hotéis, pousadas, cafés e restaurantes, além de museus, parques e festivais que divertem famílias com crianças. Já Bento Gonçalves, localizada a 120km da capital, é o éden dos enófilos.
Aliás, sair passeando de vinícola em vinícola é quase que uma obrigação para quem visita essa que é considerada a maior região vinícola do Brasil, de onde saem cerca de 85% da produção nacional. E para cada estilo de enófilo, sempre vai ter uma opção de vinícola.
O passeio pelo Vale dos Vinhedos, por exemplo, oferece degustações nas vinícolas, cursos de degustação e passeios por construções centenárias, como os Caminhos de Pedra, que recupera a história da colonização do Brasil. A partir de 1875, foram demarcados 200 lotes de 48 hectares cada para as famílias de imigrantes italianos.
Por estes (e outros bons) motivos é bom se preparar para uma deliciosa (e calórica) maratona de pratos típicos e quitutes. Um dos clássicos da região é o café colonial, uma sequência sem fim de pães, polentas, geleias, mel, embutidos, queijos, morcelas, salgados como empadas, pastéis e bolinhos.
Cansou? Agora são os doces: bolo, cucas, trouxas de maçã, pudim, ambrosia, mousses...
A comilança acontece também nos vinhedos dos arredores de Bento Gonçalves com experiências inusitadas como café da manhã ou almoço servidos em edredons sob videiras, colheita noturna de uvas, durante o período da vindima; e até roteiros para amantes do cicloturismo, em que viajantes visitam vinhedos a bordo 
de bicicletas. 

http://viagem.uol.com.br/guia/brasil/serra-gaucha/