segunda-feira, 11 de julho de 2016

Beto Carrero World é eleito melhor parque do Brasil pelo 3º ano consecutivo.

Do UOL, em São Paulo

Divulgação

Montanha russa FireWhip, um dos destaques do parque


O Beto Carrero World, localizado na cidade de Penha (SC), foi eleito por viajantes do mundo todo o parque número um do país pelo terceiro ano consecutivo, além de conquistar a primeira colocação entre os 25 melhores parques da América do Sul no "Travalers' Choice Parques de Diversões e Aquáticos", prêmio concedido pelo site TripAdvisor.
"Como a eleição feita é isenta de qualquer tipo de influência ou envolvimento comercial, é um reconhecimento ainda maior, o que me orgulha muito fazer parte desse time", diz Rogério Siqueira, diretor-presidente do Beto Carrero World, em nota oficial.
Já o Beach Park, no Ceará, foi o parque aquático mais bem avaliado do Brasil, garantindo a medalha de prata nos rankings nacional e da América do Sul. Os vencedores foram determinados por meio de um algoritmo que leva em conta a quantidade e a qualidade das avaliações de viajantes no TripAdvisor ao longo do período de 12 meses.

A região Sul do país é o grande destaque no ranking, com seis parques campeões. Confira o Top 10 dos Parques de Diversões e Aquáticos no Brasil:
1 - Beto Carrero World (Parque de diversão em Santa Catarina)
2 - Beach Park (Parque aquático no Ceará)
3 - Hot Park (Parque aquático em Goiás)
4 - Eco Parque Arraial d'Ajuda (Parque aquático na Bahia)
5 - Parque Terra Magica Florybal (Parque de diversão no Rio Grande do Sul)
6 - diRoma Acqua Park (Parque aquático em Goiás)
7 - Alpen Park (Parque de diversão no Rio Grande do Sul)
8 - Acqua Lokos (Parque aquático no Rio Grande do Sul)
9 - Aldeia do Papai Noel (Parque de diversão no Rio Grande do Sul)
10 - Parque Aquatico Cascanéia (Parque aquático em Santa Catarina)


Os parques brasileiros também conquistaram nove posições entre os dez melhores do ranking da América do Sul.
1 - Beto Carrero World (Brasil)
2 - Beach Park (Brasil)
3 - Hot Park (Brasil)
4 - Eco Parque Arraial d'Ajuda (Brasil)
5 - Parque del Cafe (Colômbia)
6 - Parque Terra Magica Florybal (Brasil)
7 - diRoma Acqua Park (Brasil)
8 - Alpen Park (Brasil)
9 - Acqua Lokos (Brasil)
10 - Aldeia do Papai Noel (Brasil)


http://viagem.uol.com.br/noticias/2016/07/07/beto-carrero-world-e-eleito-melhor-parque-do-brasil-por-3-ano-consecutivo.htm

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Mais do que praias lindas: cruzeiro pelo Caribe pode ser aula de história.

Denise de Almeida
Do UOL, no Caribe*


Praias deslumbrantes e águas com muitos tons de azul encantam qualquer turista que visite o Caribe. Mas, entre os séculos 16 e 18, eram outros motivos que atraíam a atenção por ali. Como estava na rota dos navios que levariam ouro, prata e pedras preciosas do Novo Mundo para a Europa, rapidamente bandos de piratas tomaram a região.

Barbanegra, Francis Drake e Calico Jack - este último, o inventor da hoje conhecida bandeira pirata, com a caveira e duas espadas cruzadas - foram alguns dos mais famosos responsáveis por saquear embarcações e cidades, além de provocar mortes e batalhas sangrentas.

Muitas muralhas e fortalezas construídas para proteger as riquezas contra os bandidos dos mares ainda estão lá, como herança deste passado de conflitos. Conhecer esses verdadeiros tesouros arquitetônicos é como assistir a uma boa aula de história - com a vantagem de ter paisagens incríveis a sua volta. Para visitar vários destes cenários, uma boa opção é fazer um cruzeiro que percorra destinos caribenhos. Assim, em uma semana você consegue conhecer atrações de até cinco países diferentes, por exemplo, seguindo uma programação pelo chamado Caribe Sul.

 

Denise de Almeida/UOL
 

O Castelo San Felipe de Barajas protegia a cidade de Cartagena, na Colômbia

Tesouros históricos em Cartagena
Em Cartagena das Índias, na Colômbia, visitar a cidade amuralhada é a primeira tarefa do turista. Finalizada em 1796, após quase dois séculos em construção, a muralha cerca o centro histórico por 11km, intercalando imponentes muros de pedra, fortalezas e baluartes. Essa região da cidade foi declarada Patrimônio da Humanidade, pela Unesco, em 1984.

Descoberta pelos espanhóis em 1533, Cartagena tem outra importante construção histórica que vale muito a visita: o castelo San Felipe de Barajas, maior construção militar feita pelos espanhóis nas Américas. A obra, erguida sobre o morro de San Lázaro, ficou pronta em 1657 e protegia a cidade de invasões. Era o único acesso que a cidade tinha pelo continente.

Nesse passeio, os turistas descobrem os truques que a fortaleza tinha para que os soldados pudessem ver os invasores antes de serem notados. Um dos segredos é uma escada estrategicamente inclinada e de teto baixo, além de corredores confusos, que mais parecem um labirinto. A vista panorâmica da cidade lá do alto compensa os degraus e ladeiras do caminho.

 

Denise de Almeida/UOL
 

Ruínas da mina de Bushiribana, em Aruba, que processava e escondia ouro

Ouro escondido em Aruba
O pequeno país, que ostenta o slogan "Uma Ilha Feliz", tem mar verde-azulado e praias de areia grossa, formada pelo desgaste de corais. Graças a isso, a areia nunca fica quente demais: mesmo sob o forte sol, dá para pisar nela descalço, sem medo de ser feliz.

No norte de Aruba, onde o mar é mais bravo e tem ondas fortes, ficam as ruínas da mina de ouro Bushiribana, que processou o minério durante a corrida pelo ouro. Descoberto na ilha em 1824, o ouro e sua indústria produziram cerca de 1.500 toneladas, no período. Do lado de fora, Bushiribana aparenta ser um forte - e isso era uma estratégia para despistar os piratas que passavam por ali perto.

Próximo às ruínas, estão também algumas pontes naturais: falésias calcárias que foram esculpidas pela força das águas e do vento por milhares de anos. A mais famosa e maior delas, Natural Bridge, ruiu em 2005, mas seus restos ainda são atração. Pontes menores estão intactas e também valem a visita.

 

Denise de Almeida/UOL
 

Curaçao tem águas translúcidas e de cores deslumbrantes

As praias mais lindas
A charmosa Curaçao tem pontes, casinhas coloridas e arquitetura que remetem a Amsterdã. Não por acaso, foram os holandeses os colonizadores do país (e também de Aruba). O idioma local, herança dos africanos trazidos como escravos séculos atrás, chama-se papiamento e soa um tanto familiar a quem fala português.

A herança dos tempos de piratas pode ser conferida no Forte Amsterdam, construído em 1635 em Punda, no lado leste da ilha. Era a mais importante fortaleza das oito que o país teve e hoje é Patrimônio Mundial da Unesco. Em um de seus muros está encravada uma bala de canhão atirada pelas tropas do Capitão Bligh.

As praias de Curaçao ocupam qualquer ranking de mais belas do Caribe. Suas águas translúcidas e de cores deslumbrantes definitivamente conquistam o coração dos viajantes que passam por ali. Entre eles, celebridades internacionais, que possuem imóveis ou hospedam-se por lá durante as férias. Guias de viagem locais garantiram à reportagem do UOL que Mark Anthony e Jennifer Lopez, quando casados, eram donos de uma mansão por lá.

Uma das mais famosas atrações de Curaçao é nadar e interagir com golfinhos no aquário local. A fábrica do famoso licor Curaçao Blue também tem visitas guiadas, onde é possível conhecer a história da bebida. Mas, se a parada do seu cruzeiro no país for de apenas poucas horas, pode ser mais interessante aproveitar o tempo apenas relaxando em qualquer uma das paradisíacas praias.

* A jornalista viajou a convite da Pullmantur 


http://viagem.uol.com.br/guia/roteiros/internacionais/mais-do-que-praias-lindas-cruzeiro-pelo-caribe-pode-ser-aula-de-historia/index.htm

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Quer fugir do frio? Veja praias fantásticas onde o calor está bombando

Do UOL, em São Paulo


Enquanto o frio se abate sobre diversas partes do Brasil, o sol raia forte em praias paradisíacas do Hemisfério Norte, região do mundo onde é oficialmente verão.

São locais que, neste mês de julho (e pelo menos até o final de agosto), se encontrarão sob temperaturas elevadas, em um clima perfeito para um banho de mar.

Se você pretende realizar uma viagem ao exterior nos próximos dois meses e quer pegar um bronze com estilo, veja abaixo uma lista de praias que podem ser perfeitas para suas férias.


Hons084/Creative Commons
 
Sveti Stefan, Montenegro
A Croácia é a rainha do mar Adriático, mas, logo ali abaixo, Montenegro também oferece orlas paradisíacas para o turista. Um dos grandes cartões-postais da costa montenegrina é o balneário de Sveti Stefan, que exibe uma pequena ilha conectada por uma estreita via de pedra à sua praia principal. A ilha é hoje um resort de luxo, mas, cercada pelas águas cristalinas do Adriático, compõe uma das paisagens mais marcantes do Leste Europeu. Sveti Stefan fica a apenas 5 quilômetros de Budva, um dos mais famosos balneários de Montenegro.


Thinkstock
 
Zlatni Rat, Croácia
Aqui, a atração é tanto a beleza como o formato da praia. Localizada na ilha croata de Brac, Zlatni Rat parece uma língua deitada sobre as águas cristalinas do mar Adriático e é, sem dúvida, um dos lugares mais lindos para curtir o oceano nos Balcãs. O local tende a ficar lotado em julho e, principalmente, em agosto, mas, com o calor bombando, é um destino imperdível para o turista que explora a região.


Pudelek/Creative Commons
 
Gjipe, Albânia
Esta é uma dica para quem quer explorar uma praia desconhecida para grande parte dos brasileiros, mas que constitui um lugar perfeito para passar um dia inteiro ao lado do mar. Trata-se de Gjipe, uma faixa de areia localizada no sul da Albânia e que oferece um ambiente belamente selvagem para os visitantes. De um lado da praia está a água azul do mar Jônico. Do outro, há um cânion cujos paredões se estendem até a ponta da areia, deixando os visitantes cercados por duas enormes formações rochosas. E não há casas ou prédios no local. Gjipe fica a cerca de seis horas de carro de Tirana, capital da Albânia, e é geralmente visitada por turistas hospedados na vila de Himare, a 20 minutos de distância. É longe dos grandes centros europeus, mas vale a viagem.


Eduardo Piagentini/UOL
 
Ilha Saona, República Dominicana
As praias da República Dominicana podem ser um pouco chuvosas em julho, mas, caso você não abra mão de uma viagem ao país caribenho nas férias deste mês, não deixe de visitar a ilha Saona, um passeio obrigatório para quem está hospedado em Punta Cana. O local faz parte do Parque Nacional del Este, uma área de preservação ambiental que abriga, em seus 42 mil hectares, um ecossistema variado e praias de água rasa e cristalina. Não à toa, muitos acreditam que a ilha Saona foi usada como locação do filme "A Lagoa Azul", sucesso de bilheteria - e da Sessão da Tarde - estrelado nos anos 80 pela atriz Brooke Shields. A crença, apesar de falsa (a obra foi filmada em Fiji e na Jamaica), não é despropositada. 


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Okinawa, Japão
Quer viajar para a Ásia em julho e conhecer um verdadeiro paraíso por lá? E ainda sem as multidões de forasteiros que existem nas praias de países como Tailândia e Indonésia? Então o arquipélago japonês de Okinawa deveria ser sua escolha: trata-se de um destino recheado de praias deslumbrantes no meio do oceano Pacífico, no sul do território nipônico. Um dos destinos mais atrativos da região são as ilhas Kerama, com faixas de areia perfeitas para relaxar do outro lado do mundo. 


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Tel Aviv, Israel
Israel não é apenas um país envolvido em intermináveis conflitos armados com os árabes. O país também possui um lado festeiro e praiano, principalmente na cidade de Tel Aviv. A metrópole israelense é um dos melhores lugares para badalar nos arredores do mar Mediterrâneo e sua orla é recheada de ótimos hotéis, bares, restaurantes e gente bonita. Julho é um mês ideal para pegar um clima cálido por lá: é só colocar os trajes de banho e curtir a areia e o oceano que embelezam essa animada cidade do Oriente Médio. 


gnuckx/Creative Commons
 
Aci Castello, Itália
Muita gente visita a cidade de Catânia, na Sicília, para subir o monte Etna, um dos mais temidos vulcões da Europa. Mas, nos arredores deste destino italiano, existem lindas orlas banhadas pelo mar Mediterrâneo. Uma das mais interessantes delas é a praia de Aci Castello, composta por rochas vulcânicas que formam piscinas naturais com água cristalina. O mar, aqui, costuma ser calmo e perfeito para o nado e, em julho, esta região da Itália está sob um calor intenso. O nome deste destino, por sua vez, não é à toa: no topo da praia existe um antigo castelo que compõe um quadro perfeito para fotos. 


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Zakynthos, Grécia
A Grécia é um dos principais destinos da Europa para viajantes em busca de paisagens paradisíacas. Entre as mais de 150 ilhas habitadas do país, Zakynthos se destaca por abrigar a praia de Navagio (na foto), com condições de estar em qualquer lista das faixas de areia mais lindas do mundo. O local parece um cantinho esquecido do mundo, mas, no verão, pode ficar bem lotado. Mas, com esse cenário, vale qualquer cansaço de encarar multidões. 


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Barcelona, Espanha
Não se trata da praia mais bonita da Europa, mas é a orla de uma das cidades mais legais do Velho Continente (o que a faz merecer estar nesta lista). No verão em Barcelona, além de um fim de tarde no Parc de la Ciutadella, uma caminhada pelas vielas da Raval e uma visita às obras de Gaudí, não deixe de visitar a praia de Barceloneta, próxima do centro, dona de ótima infraestrutura e onde é possível pegar um bronze na frente do Mediterrâneo e ao lado de viajantes do mundo inteiro. 


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Santa Monica, Estados Unidos
Uma das praias mais conhecidas da Califórnia, Santa Monica está sob clima cálido em julho. E o local tem tudo o que alguém pode esperar de uma boa praia urbana: um calçadão bem cuidado para longas caminhadas, gramados onde é possível descansar sob uma agradável sombra e o oceano Pacífico embelezando o cenário. O píer da praia é famoso por sua enorme roda-gigante e, se você quiser explorar um clima mais alternativo, é só andar até Venice Beach e curtir a interessante paisagem humana do local composta por hippies e skatistas. 


http://viagem.uol.com.br/listas/quer-fugir-do-frio-veja-praias-fantasticas-onde-o-calor-esta-bombando.htm

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Conexões longas: saiba quando vale a pena sair do aeroporto.

Do UOL, em São Paulo 


Você pode planejar um voo com conexão para conhecer mais de um destino em uma mesma viagem ou simplesmente fazer essa opção para economizar.
A verdade é que visitar uma cidade em poucas horas é possível, mas é preciso estar atento a alguns cuidados e acertar bem o planejamento. Veja, a seguir, algumas orientações de especialistas ouvidos pelo UOL Viagem para seu roteiro-relâmpago não virar uma dor de cabeça.

 

1 - De olho no tempo
Segundo os consultores consultados, só vale a pena sair do aeroporto se houver de oito a 12 horas de intervalo entre um voo e outro. Em menos tempo, você corre o risco de não ter prazo suficiente para passar pelos procedimentos de embarque e desembarque. "Essa maratona que envolve deslocamentos dentro do aeroporto e procedimentos padrão, que contemplam check-in e passagem pela imigração, por exemplo, pode levar mais de cinco horas. O ideal é descontar esse tempo do que você terá para passear pela cidade", afirma Renato Medeiros, professor da Faculdade de Turismo e Hotelaria da UFF (Universidade Federal Fluminense).

 

2 - Oportunidade única
Também vale a pena sair do aeroporto em uma conexão quando você quer muito conhecer um local e já sabe que será difícil fazer a mesma rota novamente. "Visitar uma cidade na conexão não é fácil, é um pouco cansativo. Mas se pensar que você não sabe quando ela entrará no seu roteiro de férias novamente, pode chegar à conclusão de que vale o sacrifício", diz Thaís Tibiriçá, sócia fundadora da agência de intercâmbio Hi Bonjour.

 

3 - Planejamento certeiro
Para conseguir correr contra o tempo, uma boa organização prévia é essencial. Escolha os pontos turísticos que quer conhecer e tente precisar o quanto vai gastar com o deslocamento entre eles. "Para isso, é preciso colher informação das distâncias, condições de trânsito, meios de transporte e horários de visitação", diz Medeiros. Também vale considerar que muitas atrações populares podem ter longas filas ou estarem muito distantes umas das outras. Então, escolha apenas as que realmente deseja muito conhecer. Outra opção é passear por algumas ruas e avenidas conhecidas e comer em um restaurante de gastronomia típica, sem necessariamente entrar em algum museu ou outro local concorrido.

 

4 - A volta do passeio
Não deixe para retornar ao aeroporto em cima da hora. Respeite o período de antecedência exigido pela sua companhia aérea para a chegada ao terminal e confira os horários de pico de trânsito na cidade. "O caminho deve ser feito com tranquilidade. Além disso, é recomendável conhecer mais de um meio para chegar ao terminal. Assim, terá outra opção já planejada, em caso de imprevisto", sugere Jonas Schwertner, consultor de viagens internacionais.

 

5 - Bagagem leve
Em um passeio tão rápido, não dá nem para pensar em carregar peso. O ideal é preparar uma bagagem de mão bem leve, com uma troca de roupa para usar depois de andar o dia todo. E mesmo a mala pequena pode ficar em um guarda-volumes no próprio aeroporto, junto com o restante da bagagem, para sua maior comodidade. "Depois de checar toda a sua bagagem, ela será levada a um depósito. Você pega um tíquete e, depois do passeio, é só passar para buscar as malas. Você paga por hora ou dia de utilização. Procure esse serviço no aeroporto onde irá fazer sua conexão", afirma Thaís. Se puder despachar as malas para o destino final, antes do passeio, melhor ainda. Nesse caso, conte que é possível que as malas tenham de passar pelo raio-X e por outros procedimentos de segurança, o que pode demandar tempo.

 

6 - Regras de imigração
Se você for fazer conexão em alguma cidade dos Estados Unidos, precisará tirar o visto de turista antecipadamente, mesmo se não quiser sair do aeroporto. Já em alguns locais do Oriente Médio, o visto será exigido apenas se você desejar explorar a cidade. No caso de Dubai, por exemplo, há a opção de tirar o visto no próprio aeroporto. Mas é bom conferir toda a documentação necessária antes de viajar, para não ser pego de surpresa e não conseguir sequer sair do terminal.


http://viagem.uol.com.br/listas/conexoes-longas-quando-vale-a-pena-sair-do-aeroporto.htm

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Terra da Oktoberfest, Munique oferece cultura e culinária típica.
 
Steph­an Goerl­ich/The New York ­Times­
Das mesas do Seehaus se vê os cisnes deslizando na água e ali é possível beliscar um saboroso pretzel para acompanhar a refrescante weissbier saboreada sob o sol Steph­an Goerl­ich/The New York ­Times­
 
Amantes bebedores de cerveja: o paraíso existe e fica em Munique, a capital da Baviera. A cidade no sul da Alemanha fica a aproximadamente 380 km de Frankfurt, uma das principais portas de entrada para brasileiros que visitam o país.

Biergärten, ou 'jardim da cerveja' em português, é a palavrinha mágica capaz de fazer qualquer adulto apreciador da bebida se sentir em um (etílico) paraíso, onde cervejas de todos os tipos são o principal e mais cobiçado atrativo. É ali que são encontradas as canecas de um litro com cervejas com pelo menos 5% de teor alcoólico servidas em amplas áreas verdes espalhadas pela cidade.

Durante muito tempo Munique teve a fama de ser uma cidade tradicional, mas hoje em dia a capital da Bavária está deixando o conservadorismo de lado para disputar com Berlim o título de capital cultural alemã. Diversos museus de prestígio passaram por reformas e instalações contemporâneas em grande escala foram inauguradas em locais de destaque.

http://viagem.uol.com.br/guia/alemanha/munique/index.htm

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Veja sete motivos para conhecer o deserto da Califórnia.

Juliana Bianchi
Colaboração para o UOL, da Califórnia 


Longe das águas geladas do Pacífico, do surfe e das fazendas de alimentos orgânicos que fazem parte do tradicional cartão-postal da Califórnia, a região desértica do Estado americano não deixa nada a dever em beleza e riqueza de experiência. Localizada na fronteira com Nevada (ao norte) e Arizona (ao sul), as paisagens áridas da região surpreendem o olhar e são um convite para quem busca aventuras fora do óbvio.

Rochas modeladas ao longo dos anos pela força da natureza, oásis de águas quentes e palmeiras gigantes, além de fauna e flora únicas, festivais de música, compras de luxo, história e observação de estrelas. Um mundo de possibilidades se reúne no deserto, onde a oferta de hotéis e restaurantes surpreendem pela qualidade.

Mesmo com as temperaturas do verão – não desgrude do protetor solar e do cantil – explorar a região com caminhadas ou passeios em jipes 4x4 é mais do que recomendado. Mas não esqueça de checar bem as condições do veículo. Afinal, ficar sem gasolina ou sem estepe no meio do deserto não é o tipo de experiência desejada. Outra opção é sobrevoar o local a bordo de balão ou avião.

Animou? Veja sete motivos que justificam um desvio na cenográfica Highway 1 (Pacific Coast Highway) rumo ao interior californiano.


Max Whittaker

Vale da Morte: dunas e cânions coloridos
Feito de extremos, o Vale da Morte é o lugar mais quente e seco dos Estados Unidos. Com quase nenhuma precipitação de chuva o ano inteiro e termômetros que batem a casa dos 49°C no verão, o parque de 1,34 milhão de hectares possui pontos 86m abaixo do nível do mar (Badwater Basin) e outros a 3.368m acima (Telescope Peak). Contudo, o ambiente hostil garante um dos mais belos cenários em meio ao deserto de Mojave. O mar de montanhas, crateras vulcânicas, desertos de sal, dunas e cânions coloridos visto a partir do Zabriskie Point torna a paisagem lunar inebriante. 


Divulgação/Visit Great Palm Springs

Palm Springs: tipo miragem
Imagine uma cidade verdinha, criada no meio do deserto. Daquelas que vistas de cima parecem até miragem. Assim é Palm Springs, que possui muitas palmeiras, campos de golfe (são 110 no total), casas modernistas e jardins floridos em seus 240 km² de extensão (área menor do que a Zona Norte de São Paulo). Também está cheia de lojas de grife, spas e piscinas, tal qual uma Miami sem mar. Para aproveitar melhor a cidade, hospede-se em um dos muitos resorts da região - como o Hyatt Regency e La Quinta Resort & Club - e deixe-se perder nas massagens e tacadas. Com sorte, você ainda pode dar de cara com artistas como Leonardo DiCaprio, Bryan Cranston e Dakota Fanning, que moram por ali do mesmo jeito que Frank Sinatra, Bob Hope e Lucille Ball fizeram no passado.


Divulgação

Indian Canyons: terra de palmeiras
Diferentes trilhas pela reserva de Agua Caliente, pertencente aos índios Cahuilla, levam até a maior coleção de palmeiras nativas do deserto da Califórnia. Verdadeiro oásis aos pés da Serra de San Jacinto, as árvores seculares apontam por quase 2,5km o curso das nascentes subterrâneas que abastecem a região e permitem a existência dos campos verdes de Palm Springs. Passeios guiados a pé, cavalo e jipe desvendam as belezas das formações criadas ao longo da falha geológica de San Andreas (responsável pelos terremotos no Estado) e revelam os hábitos dos antigos habitantes dessas terras. A partir de US$ 125 (R$ 418, em valores convertidos em 23/06/2016) na agência Desert Adventures Red Jeep. http://red-jeep.com/ 


iStock

Fruta da terra
Quem está acostumado às tâmaras enrijecidas e açucaradas que encontramos no Brasil vai se surpreender com aquelas encontradas na região. Vendidos em qualquer mercado, o fruto das palmeiras do deserto californiano é carnudo, delicadamente doce e macio. Não é à toa que representam 95% da produção americana. Vale muito prová-las in loco.


Divulgação

Luxo no deserto
Quem vê a aridez do Vale da Morte tem dificuldade em acreditar que a poucas horas de distância dali está Desert Hot Springs, que concentra o maior número de spas da Califórnia graças às águas quentes que brotam naturalmente da terra a 180°C, nas proximidades do Parque Nacional de Joshua Tree. Se a ideia é se dar de presente um dia de relaxamento, com direito a todo tipo de tratamento corporal possível - de esfoliação com sais a máscaras com lama rejuvenescedora - este é o destino certo, independente do seu bolso (há diárias de spa incluídas até mesmo em pacotes de Bed&Breakfast). 


Carol Highsmith/Visit California

Parque Nacional Joshua Tree e suas minas abandonadas
Onde o deserto de Mojave encontra com o da Califórnia, a paisagem não poderia ser nada menos do que arrebatadora. Na área preservada de 3 mil km², as altas árvores com troncos espinhosos e folhas pontiagudas que dão nome ao parque são apenas uma das atrações no mar de rochas esculpidas pelo tempo, minas de ouro abandonadas e planícies de areia habitadas por lagartos e pássaros curiosos. Visitas guiadas são uma boa pedida para visualizar e entender melhor a riqueza da flora e fauna do deserto. Durante a noite, a baixa umidade e a distância das luzes das cidades tornam o local um ponto perfeito para a observação do céu estrelado. 


Marc Sethi

Música e Arte no Vale do Coachella
Desde 1999, milhares de jovens rumam ao deserto da Califórnia em busca de música. Ao longo de dois fins de semana de abril, shows de rock, hip-hop e música eletrônica tomam os gramados da cidade de Indio, no Vale do Coachella, para dar vida a um dos maiores festivais de música dos Estados Unidos. No entanto, se interessar ir, nem sonhe em tentar a sorte. É preciso planejar bem e com antecedência, pois os ingressos costumam acabar rápido, assim como as vagas em campings e hotéis da região nessa época do ano. 


http://viagem.uol.com.br/listas/veja-sete-motivos-para-conhecer-o-deserto-da-california.htm

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Destino obrigatório, Nova York é a cidade mais cosmopolita do mundo.
Beatriz Monteiro/UOL
Vista do skyline de Nova Jersey Beatriz Monteiro/UOL
Nova York nunca precisou de uma "desculpa" para ser visitada. A cidade mais cosmopolita entre todas as cosmopolitas é um destino obrigatório, mesmo que uma vez na vida.
A cidade ocupa o primeiro lugar no ranking como a mais populosa dos Estados Unidos. De acordo com o último dado fornecido pelo serviço nacional de recenseamento, em 2000, era possível ouvir cerca de 170 idiomas falados regularmente na cidade, que é divida por cinco distritos: Manhattan, Bronx, Queens, Brooklyn e Staten Island.

É difícil identificar o cidadão nova-iorquino. Hoje, porto-riquenhos, coreanos, chineses, sul-africanos, brasileiros, paquistaneses estão por trás do que se respira por ali. Portanto, ao comprar o bilhete de avião você já fez um bom negócio. Pagando para conhecer apenas uma cidade, você terá a oportunidade de visitar outras do mundo. Prepare-se para uma metrópole única e tenha certeza que, ao voltar, sua cabeça não será a mesma.
Margeada pelo rio Hudson, Manhattan corresponde à área mais rica de Nova York. É onde estão localizados o centro financeiro, na famosa Wall Street, a sede da ONU (Organização das Nações Unidas) e das principais universidades: Nova York University (NYU) e a Universidade de Columbia. 

A ilha de Manhattan pode ser dividida em três partes: Uptown (tradução literal para "parte de cima da cidade") possui no seu coração o Central Park. Ainda um pouco mais acima, a região é conhecida como "Way Uptown" (na tradução literal, "muito mais acima") é onde estão bairros como o Harlem.
O meio da cidade, Midtown, é a região em que se localiza o Rockefeller Center e bairros como Chelsea, Gramercy e Hell's Kitchen. E a parte de baixo da cidade, Downtown, onde se localizam, na ponta da ilha, o Financial District, em que já se pode avistar a Estátua da Liberdade; a ponte do Brooklyn e também a área onde estão os idolatrados bairros Tribeca, Chinatown, Lower East Side, West e East Village e Soho.

O interessante em Nova York é que a paisagem nunca é a mesma. Por mais que se passe um tempo nela, você nunca se comporta da mesma forma. Sempre há algo de novo para visitar. Nova York não recebe apenas um tipo de turista. Os roteiros para conhecer a cidade são infinitos e podem ser feitos até mesmo de forma temática, como conhecer, por exemplo, a cidade a partir de visitas a locações de grandes filmes rodados ali. Assim, como em qualquer lugar, o importante não é o número de dias rodados e, sim, como você os vivencia.
Para isso, pare, pense e reflita: como você quer conhecer NY?

http://viagem.uol.com.br/guia/estados-unidos/nova-york/index.htm